Alma Negra
Sé que con amargura, recuerdas mi cariño
No sé qué te ha pasado, tu infame proceder
Yo sé que tú has llorado a solas como niño
Y a veces has pensado a mi lado volver
Hoy quiere ya tu orgullo volver a suplicarme
Te arrastras por lo bajo tu orgullo y altivez
Todo eso ya es inútil no puedes convencerme
No quiero que de nuevo me engañes otra vez
Las cosas que me hiciste me sirven de experiencia
Y lo que ayer hiciste no volverás a hacer
Con la verdad te digo, me asombra tu presencia
Tienes el alma negra no creo en tu querer
De corazón te digo no pierdas más el tiempo
Pensando en que de nuevo te vuelva yo a querer
Que de rodillas hice ante Dios un juramento
De no creer más nunca en ninguna mujer
Las cosas que me hiciste me sirven de experiencia
Y lo que ayer hiciste no volverás a hacer
Con la verdad te digo, me asombra tu presencia
Tienes el alma negra no creo en tu querer
Alma Negra
Sei que com amargura, você lembra do meu carinho
Não sei o que te aconteceu, seu proceder infame
Eu sei que você chorou sozinho como uma criança
E às vezes pensou em voltar a ficar ao meu lado
Hoje seu orgulho quer voltar a me implorar
Você se arrasta por baixo, seu orgulho e altivez
Tudo isso já é inútil, não pode me convencer
Não quero que me engane de novo outra vez
As coisas que me fez servem de experiência
E o que você fez ontem não vai fazer de novo
Com a verdade te digo, sua presença me surpreende
Você tem a alma negra, não acredito no seu amor
De coração te digo, não perca mais tempo
Pensando que eu vou voltar a te querer
Que de joelhos fiz diante de Deus um juramento
De nunca mais acreditar em nenhuma mulher
As coisas que me fez servem de experiência
E o que você fez ontem não vai fazer de novo
Com a verdade te digo, sua presença me surpreende
Você tem a alma negra, não acredito no seu amor
Composição: Leon de La Roca, Gabriel Raymon