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Laude

Gaerea

Laude

Inside a chaotic and beautiful lie
A wounded work of pain
Divine but torn
Wreaking havoc on our hearts

In a divine confusion
Blinded by everything
Crooked feelings pick at our troubled mind
So the passage to sleep gets harder to accept

We close our eyes and wonder the harmonies of the road
Walking in the dark
Tripping and falling
We get up and step into the light

Along the muted stones and driest leaves
Life being crafted under cold winters
Hidden roads inside the wastelands
Storms diverting the path unto new horizons

If the shores were not ravaged
By human greed and ignorance
Resilience would draw a wall of adventures
Ingrained in our cells

The places of Mother Earth are connected on their terms
Nothing detached in the collective souls
Strained ropes around our neck
As we cross the burning bridge

Icon of strength
Without rage
Universal sense of awareness
Waiting to be heard

Bent down on our back
Old oaths thrown in the wind
We're cursed through sludge and torment
Never turning our back

To the haunting flares
Onwards to our endless rest
Falling asleep
Our feet marching the sphere

Vibrations of a bell
Let the madness rise
Not a whisper
Not a thought

Not a kiss
No luck to be lost

Laude

Dentro de uma mentira caótica e bela
Uma obra ferida de dor
Divina, mas rasgada
Causando estragos em nossos corações

Em uma confusão divina
Cegos por tudo
Sentimentos tortos cutucam nossa mente atormentada
Assim, a passagem para o sono fica mais difícil de aceitar

Fechamos os olhos e nos perguntamos sobre as harmonias do caminho
Caminhando no escuro
Tropessando e caindo
Nos levantamos e damos um passo para a luz

Ao longo das pedras silenciosas e folhas secas
A vida sendo moldada sob invernos frios
Caminhos escondidos dentro das terras devastadas
Tempestades desviando o caminho para novos horizontes

Se as praias não estivessem devastadas
Pela ganância e ignorância humanas
A resiliência desenharia um muro de aventuras
Gravadas em nossas células

Os lugares da Mãe Terra estão conectados em seus termos
Nada desconectado nas almas coletivas
Cordas tensas ao redor do nosso pescoço
Enquanto atravessamos a ponte ardente

Ícone de força
Sem raiva
Sentido universal de consciência
Esperando para ser ouvido

Curvados em nossas costas
Velhos votos jogados ao vento
Estamos amaldiçoados através de lama e tormento
Nunca virando as costas

Para os clarões assombrosos
Avançando para nosso descanso sem fim
Adormecendo
Nossos pés marchando pela esfera

Vibrações de um sino
Deixem a loucura subir
Não um sussurro
Não um pensamento

Não um beijo
Nenhuma sorte a ser perdida

Composição: Gaerea