Unknown
I roam in the limbo of my ego
I've known faces within me
I transform with every passing moment
A perpetual stranger, emotions swarm
Lost in this vast sea of nothing
Searching for a self I've yet to see
In this existence, I possess only soul
No rest for a man who's whole
I see the world, but not myself
A mere observer, detached creature
Emotions flow, but they don't define
This is who I am, sublime
That's why I read, like a stranger
My own story, as if turning pages
Uncertain of what lies ahead
Forgetting what's behind, memories shred
I'm a landscape, unique and unknown
Witnessing my journey, on my own
Wandering through life's varied scenes
But here I am, I can't feel me
I roam In the limbo of this storm
A perpetual stranger, emotions swarm
Desconhecido
Eu vagueio no limbo do meu ego
Conheço rostos dentro de mim
Me transformo a cada momento que passa
Um eterno estranho, emoções se agitam
Perdido nesse vasto mar de nada
Buscando um eu que ainda não vi
Nesta existência, só tenho alma
Sem descanso para um homem que é inteiro
Vejo o mundo, mas não a mim mesmo
Um mero observador, criatura distante
Emoções fluem, mas não definem
Isso é quem eu sou, sublime
É por isso que leio, como um estranho
Minha própria história, como se virasse páginas
Incerteza do que está por vir
Esquecendo o que ficou para trás, memórias se desfazem
Sou uma paisagem, única e desconhecida
Testemunhando minha jornada, sozinho
Vagueando pelas várias cenas da vida
Mas aqui estou, não consigo me sentir
Eu vagueio no limbo desta tempestade
Um eterno estranho, emoções se agitam