395px

Esporas de Aluvião

Gaias Pendulum

Esporas de Aluvión

Entre cenizas de una fallida ilusion
Brotan disculpas como esporas de aluvión
Inundan mis recuerdos
Rafagas de luz
Traspasan mis pupilas
Mareas de soledad

Soy fuego
Soy lluvia
Soy la tormeta viva
Mas nunca tuve fuerzas
Para darte paz
Soy sangre, soy vida
Soy dolor en la herida
Más nunca pude darle alivio a tu ansiedad

Las nubes se derrumban sobre mi verdad
Las pasiones me arrastran
Naufrago en maldad
El desierto es la patria de mi sed
Muriendome, muriendome, muriendome.

Soy fuego
Soy lluvia
Soy la tormeta viva
Mas nunca tuve fuerzas
Para darte paz
Soy sangre soy vida
Soy dolor en la herida
Más nunca pude darle alivio a tu ansiedad

Trato de luchar
Hacerme real y destruir
A mi antiguo ser
Trate de fallecer
Helado en mi interior pero mi alma muerta
Nunca revivió

Entre cenizas de una fallida ilusion
Brotan disculpas como esporas de aluvión
Inundan mis recuerdos
Rafagas de luz
Traspasan mis pupilas
Mareas de soledad

Soy fuego
Soy lluvia
Soy la tormeta viva
Mas nunca tuve fuerzas
Para darte paz
Soy sangre soy vida
Soy dolor en la herida
Más nunca pude darle alivio a tu ansiedad

Esporas de Aluvião

Entre cinzas de uma ilusão falida
Brota desculpas como esporas de aluvião
Inundam minhas memórias
Rajadas de luz
Transpassam minhas pupilas
Marés de solidão

Sou fogo
Sou chuva
Sou a tempestade viva
Mas nunca tive forças
Para te dar paz
Sou sangue, sou vida
Sou dor na ferida
Mas nunca consegui aliviar sua ansiedade

As nuvens desabam sobre minha verdade
As paixões me arrastam
Naufrago na maldade
O deserto é a pátria da minha sede
Morrendo, morrendo, morrendo.

Sou fogo
Sou chuva
Sou a tempestade viva
Mas nunca tive forças
Para te dar paz
Sou sangue, sou vida
Sou dor na ferida
Mas nunca consegui aliviar sua ansiedade

Tento lutar
Me tornar real e destruir
Meu antigo eu
Tentei falecer
Congelado por dentro, mas minha alma morta
Nunca reviveu

Entre cinzas de uma ilusão falida
Brota desculpas como esporas de aluvião
Inundam minhas memórias
Rajadas de luz
Transpassam minhas pupilas
Marés de solidão

Sou fogo
Sou chuva
Sou a tempestade viva
Mas nunca tive forças
Para te dar paz
Sou sangue, sou vida
Sou dor na ferida
Mas nunca consegui aliviar sua ansiedade