Otoño
Irrigaba mis nervaduras con tu savia producida
Por el negro interior de tu conciencia
Pero un día te olvidaste de mí
Te cansaste de lo que yo te daba que era mi vida
Pero un día me dejaste caer de tu alto pedestal y te olvidaste de mí
Trate de vivir sin tu lástima, pero se secó mi razón de existir
Pero un día te olvidaste de mí, me dejaste caer
(Palidecí encantado por la luz y la humedad de la tierra)
Me hundí hasta perderme en la lujuria de los mundos bajos
Y desaparecí, pero ahora hago parte de ti
De tu conciencia y no podrás desterrarme nunca más de allí
Trate de vivir sin tu lástima, pero se secó mi razón de existir
Palidecí encantado por la luz y la humedad
Yo te daba lo mejor de mí robándole a los astros su poder y a ti el calor que me exigías
Irrigaba mis nervaduras con tu savia producida
En el negro interior de tu conciencia
Outono
Irrigava minhas veias com sua seiva produzida
Pelo negro interior da sua consciência
Mas um dia você se esqueceu de mim
Cansou do que eu te dava, que era minha vida
Mas um dia você me deixou cair do seu alto pedestal e se esqueceu de mim
Tentei viver sem sua pena, mas secou minha razão de existir
Mas um dia você se esqueceu de mim, me deixou cair
(Fiquei pálido encantado pela luz e a umidade da terra)
Me afundei até me perder na luxúria dos mundos baixos
E desapareci, mas agora faço parte de você
Da sua consciência e você nunca poderá me expulsar de lá
Tentei viver sem sua pena, mas secou minha razão de existir
Fiquei pálido encantado pela luz e a umidade
Eu te dava o melhor de mim, roubando dos astros seu poder e de você o calor que me exigia
Irrigava minhas veias com sua seiva produzida
No negro interior da sua consciência