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O grande cinza

Gallina Negra

La Gran Gris

¡Oh qué desorden!
Tu mirada se esconde
¡Oh qué desastre!
Malévolo lastre
¡La neta!

Tú le miraste y te volteaste
¡Cómo te atreves!
Ni le pelaste, la neta la regaste
La neta, duele

¡Mira que oscuridad con toda esa maldad por dentro!
¡Con tantas sombras sobre ti, no queda más que decirte
Que estás gris como el aire, gris
Cerebro gris, sociedad gris!

¡Oh qué desorden!
Ciudades que absorben
Y las chicas no sienten
Y el verde se miente
¡La neta se reciente!
¡La neta, duele!

¡Mira que oscuridad con toda esa maldad por dentro!
¡Con tantas sombras sobre ti, no queda más que decirte
Que estás gris como el aire, gris
Cerebro gris, sociedad gris!

O grande cinza

Oh que bagunça!
Seu olhar se esconde
Oh que bagunça!
Lastro malévolo
A neta!

Você olhou para ele e se virou
Como se atreve!
Você nem mesmo descascou, você regou a rede
A rede dói

Veja que escuridão com todo esse mal dentro!
Com tantas sombras sobre você, não há mais nada para lhe dizer
Que você é cinza como o ar, cinza
Cérebro cinzento, sociedade cinzenta!

Oh que bagunça!
Cidades que absorvem
E as meninas não sentem
E as mentiras verdes
A rede é recente!
A rede dói!

Veja que escuridão com todo esse mal dentro!
Com tantas sombras sobre você, não há mais nada para lhe dizer
Que você é cinza como o ar, cinza
Cérebro cinzento, sociedade cinzenta!

Composição: Jorge Calleja