Odékomorodé, Odékomorodé
Odé arerê
Odékomorodé ni maió
Odékomorodé oniê
No encanto da floresta, ajayô, meu povo em festa
Liberdade é união, liberdade é união
Ancestrais eternizados, de um povo consagrado
No tambor da tradição
Amazônia é meu lugar, tenho fé pra me guiar
Salve o rei do juremá, pra quem o mal me desejar
Okê arô, meu pai Oxóssi
Okê arô, meu pai Oxóssi
Okê arô, meu pai Oxóssi
Arolê, é quem vai cobrar
Ô, ô, ô
Ilê òminirá, axé pra celebrar
No quilombo da floresta
Tem festa de boi-bumbá
Ô, ô, ô
Meu canto é alafiá
No batuque do tambor
Nossa raiz yorubá
A liberdade que nasce da identidade
E enegrece o velho mito colonial
Baixa da Xanda, de Germanas e Marias
É quilombo, é terreiro, território ancestral