Necropolis
Unveil the cloak of the reaper
How could this happen to me
I awake to only be alone
Gehenna is all I see
Trial of survival
No hope of revival
My dread is my doom
Forever in this worldly tomb
Death doctrine of deific devotes
Cannibalistic demons
Necrolatrous rite
Red sky, all clouds shaded black
Effluvic mist masks those surrounding
Pungent stench, fetid monolith
The gelid howls break any hint of abeyance
Trial of survival
No hope of revival
My dread is my doom
Forever in this worldly tomb
Death doctrine of deific devotes
Cannibalistic demons
Necrolatrous rite
They drink the blood of humanity
Gnaw on the flesh, their avidity
Vile ritual, cursed ceremony
Worship the new found God
Scepters - made out of bones
Fingers - shaped sharp like knives
Hammer - swung swift in strife
Blunt weapons of abnormality
There is no escape, I will die
The rotting mass confines me
Ravenous thrusting, empty the bowels
Consuming my innards as I watch through blood filled eyes
Grueling pain, hallucinary dissection
Stomachs full, visceral digestion
Let it be, the end of mankind
Sated minds, their sinewy grins
Force fed sections of brain
Preparing the fresh entity
Hung upside down, arms spread out
I now will die, crucified
Necropolis
Revele o manto do ceifador
Como isso pôde acontecer comigo
Acordo só pra ficar sozinho
Geena é tudo que vejo
Prova de sobrevivência
Sem esperança de renascimento
Meu medo é minha condenação
Para sempre neste túmulo terreno
Doutrina da morte de devotos divinos
Demônios canibais
Ritual necrolátrico
Céu vermelho, todas as nuvens sombreadas de preto
Névoa fétida encobre os que estão ao redor
Cheiro pungente, monólito fétido
Os uivos gelados quebram qualquer sinal de pausa
Prova de sobrevivência
Sem esperança de renascimento
Meu medo é minha condenação
Para sempre neste túmulo terreno
Doutrina da morte de devotos divinos
Demônios canibais
Ritual necrolátrico
Eles bebem o sangue da humanidade
Roem a carne, sua avareza
Ritual vil, cerimônia amaldiçoada
Adoram o novo Deus encontrado
Cetros - feitos de ossos
Dedos - afiados como facas
Martelo - balançado rápido em conflito
Armas contundentes de anormalidade
Não há escape, eu vou morrer
A massa podre me confina
Impulsos vorazes, esvazie os intestinos
Consumindo minhas entranhas enquanto olho através de olhos cheios de sangue
Dor excruciante, dissecação alucinatória
Estômagos cheios, digestão visceral
Deixe ser, o fim da humanidade
Mentes saciadas, seus sorrisos musculosos
Forçados a comer partes do cérebro
Preparando a nova entidade
Pendurado de cabeça pra baixo, braços abertos
Agora eu vou morrer, crucificado