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Raça Dominante

G&G Sindikatas

Dominuojanti Rusis

Atsakyk man, kokia prasme bandyt atspet kada kiekvienam
Ikris juodas kamuolys, beda atsitix, paskutines viltys subyres
Kur, kada tai ivyks, spek kas valdys
Kai nuleidziamos visos uzdangos
Uz gretimo spindulio, ne sparnai valdo ora,
Jie tik simbolis to, kad tu esi
Tox pat duztantis kaip ir visi
Susiutom lupom vadini laisva iki apsisikimo
Tai vistiek yra ir bus tavo lupos
Tu gali saipytis is mirties, is peties gali
Ieskoti svetimo sau, kol viena kart rasi
Savo kitiems karmos nepavartysi, i byta nepavarysi,
Ateities neislosi netpazymetomis kortomis,
Sausas nelixi atsidures uz borto
Kai mirtis tau uz paties kaktoje balta kreida uzrasyta
Matai, ji vaiksto aplink, bijai, kad ranka isties
Kad zvakes isiziebs, bet jau nebe ant torto
Kada tu prabusi tarp tu, kas jau neberaso laisku,
Nors dar gyvena suriu lasu ant motinos skruosto,
Nesudejusios bluosto, nuleistom burem, sustinge
Ukanotame miglu uoste, suprantu,
Mes nebemokam paguosti savu, bet galim
Sutelkt garbe i paskutini tosta, pakelt ir mostelt
Uz tuos, kurie uzsimerke, tegul ilsis ramiai,
Jie zino, mes ju NEPARDAVEM

Kai gilze trenkiesi i zeme tu tuscias
Kai nuo smugio skeveldru sukem drioksteli dusia
Kovos veliava, tavo veliava tik skuduras
Po musio minia nusilenks DOMINUOJANCIAI GATVES RUSIAI (2 k.)

Kai Gilze trenkiesi, ka tu renkiesi (8 k.)

Debiutanto sekme, sakmeje apie tamsa,
Ji bando tavo vikruma po girnomis,
Isgalastomis plieno virvemis, ruke uzkastais spastais
Pats prasei jos dantu, kam, jei nesiruosi kasti?
Pats tu maldavai, leisk prabusti, pajusti kaip skauda
Kai duzti, varvant smegenim is kaukoles luksto
Pykciu taskei, sakei OKEY, as irgi taip moku
Pats sokdamas per zemai gaudei po bloko bloka,
(Ir ka) nuosavi randai, bent jau moko,
Uz tai suzinai kaina uz nuosava daina,
Asmenine legenda, nesvarbu, simtas Dievo vardu,
Pasirink, kuri nori, bet atsimink, tu prisiekei krauju
DOMINUOJANCIAI GATVES RUSIAI
Pardavei dusia valdantiems musi, tapai dar vienu
Losianciu runom, ubagu lazdom, auxo karunom,
Einanciu lynu visom savo pertemptu nervu galunem,
Kylanciu tam, kad dar karta istiksti,
To, kuris neisblyksta, pries kriksta ugnim nesuplysta,
Uz bazara ir darbus drasiai stovincio veidu
Pries angela sarga kada tiesa paprasta trys zodziai
AS JU NEPARDAVIAU

Priedainis

Visu musu nuodemiu sarasas ilgas
Gali drasiai vartyti jo lapus, zinau tikrai, jame
Nebus GATVES KLANO, krauju pasirasau AS
Atsakau uz zodzius net negalvodamas, tai ka vadinu draugais
NEPARDUODAMA, ir kai ateis diena,
Danguje ir mano dusia ateis uz visus darbus, del vieno ramu,
Kai istars MANO varda, as nenuleisiu akiu, nes
AS JU NEPARDAVIAU....!

Raça Dominante

Responda-me, qual é o sentido de tentar adivinhar quando a cada um
Cairá a bola preta, a dor vai chegar, as últimas esperanças vão se despedaçar
Onde, quando isso vai acontecer, adivinha quem vai dominar
Quando todas as cortinas forem baixadas
Além do raio vizinho, não são as asas que dominam o ar,
Elas são apenas um símbolo de que você é
Tão quebradiço quanto todos
Com os lábios costurados você chama de livre até se foder
Ainda assim, são seus lábios
Você pode zombar da morte, pode fazer isso de lado
Procurar por alguém que não é você, até que um dia encontre
Não vai reverter o karma dos outros, não vai empurrar a situação,
Não vai ganhar o futuro com cartas não marcadas,
Seco, você não vai ficar ao ser jogado para fora
Quando a morte tiver seu nome escrito em giz na sua testa
Veja, ela anda por aí, você tem medo de que a mão se estenda
Que as velas acendam, mas não mais sobre o bolo
Quando você despertar entre aqueles que já não escrevem cartas,
Embora ainda viva, com lágrimas de queijo na bochecha da mãe,
Sem ter colocado a âncora, com as velas abaixadas, paralisada
No porto nublado e nebuloso, eu entendo,
Nós não sabemos mais consolar os nossos, mas podemos
Concentrar a honra no último brinde, levantar e acenar
Por aqueles que fecharam os olhos, que descansem em paz,
Eles sabem, nós NÃO OS VENDIMOS

Quando você se choca com o chão, você está vazio
Quando o impacto faz estilhaços, a alma estoura
A bandeira da luta, sua bandeira é só um trapo
Após a batalha, a multidão se curvará à RAÇA DOMINANTE DAS RUAS (2x)

Quando você se choca, o que você escolhe (8x)

O sucesso de um novato, uma lenda sobre a escuridão,
Ela tenta sua agilidade sob as mós,
Com cordas de aço afiadas, armadilhas enterradas na névoa
Você mesmo pediu os dentes dela, pra quê, se não está pronto pra cavar?
Você mesmo implorou, deixe-me despertar, sentir como dói
Quando estilhaçar, com o cérebro escorrendo do crânio
Para a caixa de raiva, você disse OK, eu também sei fazer isso
Pulando baixo, você pegou bloco por bloco,
(E o que) as cicatrizes próprias, pelo menos ensinam,
Por isso você descobre o preço pela sua própria canção,
Uma lenda pessoal, não importa, cem nomes de Deus,
Escolha qual você quiser, mas lembre-se, você jurou com sangue
À RAÇA DOMINANTE DAS RUAS
Você vendeu a alma para os que dominam a luta, se tornou mais um
Jogando runas, com bastões de mendigo, coroas de lixo,
Andando na corda bamba com todos os seus nervos sobrecarregados,
Subindo para mais uma vez se enfiar,
Aquele que não se apaga, antes do batismo não se rasga,
Por um bazar e trabalhos com o rosto corajoso
Diante do anjo da guarda quando a verdade é simples, três palavras
EU NÃO OS VENDI

Refrão

A lista de todos os nossos pecados é longa
Você pode folhear suas páginas à vontade, eu sei, com certeza, nele
Não haverá CLÃ DAS RUAS, eu assino com sangue
Eu respondo pelas palavras sem pensar, o que chamo de amigos
NÃO VENDIDO, e quando chegar o dia,
No céu e minha alma virá por todos os trabalhos, por um tranquilo,
Quando disserem MEU nome, eu não desviarei o olhar, porque
EU NÃO OS VENDI....!

Composição: