Naturaleza Electrica
Cuando el mundo se empieza a cerrar
Oigo al silencio susurrar
Late el piso, montes de gemidos
Es tan frágil, así
Somos pura locomoción
En relámpagos de fricción
Es cuando rompe el alba
Que el ocaso se revela
Y explota hacia adentro
Siempre es el mismo instante
Soy el umbral del ruido
La ausencia fugaz que ansío
Nada hay fuera de la verdad
Si hablando diseño la realidad
Una marcha fúnebre al revés
El aire ahoga, en el vacío no hay profundidad
Cuesta acariciar la eternidad
Difícil se acerca más a la verdad
Voy a entrar, voy a entrar
Y ya comienzo a ver
Voy a entrar, voy a entrar
Sangre de mi sangre
Voy a entrar, voy a entrar
En esta desnudez todo aún está por verse
Un llanto triunfal y atemorizante
Quiero la verdad
¿Y cuál es la verdad?
Que nada es, todo está siendo
No hay existencia, sólo referencias
Mientras me queman olas
De un fuego sofocante
(Soy el umbral del ruido)
(La ausencia fugaz que ansío)
Nada hay fuera de la verdad
Si hablando diseño la realidad
Cuando el mundo se empieza a cerrar
Cuando el mundo se empieza a cerrar
Cuando el mundo se empieza a cerrar
Cuando el mundo se empieza a cerrar
Natureza Elétrica
Quando o mundo começa a fechar
Eu ouço o sussurro do silêncio
Tarde do chão, montes de gemidos
É tão frágil, tão
Nós somos pura locomoção
Em relâmpago de fricção
É quando o intervalo
Que o crepúsculo é revelado
E isso explode para dentro
É sempre o mesmo instante
Eu sou o limiar do ruído
A ausência fugaz que desejo
Nada está fora da verdade
Se falando, desenhe a realidade
Uma marcha fúnebre de cabeça para baixo
O ar se afoga, no vácuo não há profundidade
Custa acariciar a eternidade
Difícil está mais perto da verdade
Eu vou entrar, vou entrar
E eu começo a ver
Eu vou entrar, vou entrar
Sangue do meu sangue
Eu vou entrar, vou entrar
Nesta nudez, tudo continua a ser visto
Um grito triunfante e assustador
Quero a verdade
E qual é a verdade?
Que nada é, tudo está sendo
Não existe existência, apenas referências
Enquanto estou queimando ondas
De um fogo sufocante
(Eu sou o limiar do ruído)
(A ausência fugaz que eu anseio)
Nada está fora da verdade
Se falando, desenhe a realidade
Quando o mundo começa a fechar
Quando o mundo começa a fechar
Quando o mundo começa a fechar
Quando o mundo começa a fechar
Composição: Matias Merçeauroix, Ignacio Crosta, César Barabino