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Babilônia

Gen Rosso

Babilonia

Prigionia
malattia
asfissia
agonia
prigionia.

Sui fiumi di Babilonia
sedevamo piangendo
le arpe dei nostri canti
ai salici appendemmo.
Come avete mai potuto
domandarci di cantare
l'orizzonte resta muto
non c'è niente da mangiare.

Prigionia
malattia
asfissia
agonia
prigionia.

Terra
terra mi sei straniera
terra
non hai niente di me.
Padre
ridono i miei oppressori
padre
chi mi libererà?

Prigionia
malattia
asfissia
agonia
prigionia.

Babilônia

Prisão
malária
asfixia
agonia
prisão.

Às margens da Babilônia
estávamos chorando
as harpas dos nossos cantos
nos salgueiros penduramos.
Como vocês puderam
nos pedir pra cantar
o horizonte fica mudo
não tem nada pra comer.

Prisão
malária
asfixia
agonia
prisão.

Terra
terra, você é estranha pra mim
terra
não tem nada de mim.
Pai
meus opressores riem
pai
quem vai me libertar?

Prisão
malária
asfixia
agonia
prisão.

Composição: G.P. Balduzzi / V. Ciprì