I Pity The Poor Immigrant
I pity the poor immigrant
Who wishes he would've stayed home,
Who uses all his power to do evil
But in the end is always left so alone.
That man whom with his fingers cheats
And who lies with ev'ry breath,
Who passionately hates his life
And likewise, fears his death.
I pity the poor immigrant
Whose strength is spent in vain,
Whose heaven is like Ironsides,
Whose tears are like rain,
Who eats but is not satisfied,
Who hears but does not see,
Who falls in love with wealth itself
And turns his back on me.
I pity the poor immigrant
Who tramples through the mud,
Who fills his mouth with laughing
And who builds his town with blood,
Whose visions in the final end
Must shatter like the glass.
I pity the poor immigrant
When his gladness comes to pass.
Eu Sinto Pena do Pobre Imigrante
Eu sinto pena do pobre imigrante
Que gostaria de ter ficado em casa,
Que usa todo seu poder para fazer o mal
Mas no final sempre fica tão sozinho.
Aquele homem que engana com os dedos
E que mente a cada respiração,
Que odeia sua vida com paixão
E, da mesma forma, teme sua morte.
Eu sinto pena do pobre imigrante
Cuja força é gasta em vão,
Cujo céu é como Ironsides,
Cuja lágrima é como chuva,
Que come mas não se satisfaz,
Que ouve mas não vê,
Que se apaixona pela riqueza em si
E me vira as costas.
Eu sinto pena do pobre imigrante
Que pisa na lama,
Que enche a boca de risadas
E que constrói sua cidade com sangue,
Cuja visão no final
Deve se estilhaçar como vidro.
Eu sinto pena do pobre imigrante
Quando sua alegria finalmente acontece.