Severe Catatonia In Pathology
Cutting through your clothes, trying to reach your flesh
Let my fingers feel your pure white skin
I love to see your fears reflected in your eyes
We're going to have a party, you and me
My little hatchets edge is longing for your skull
It wants to see the texture of your brain
My surgery's a lark, I'm quite a wacky guy
Not cracked and weird like everybody else
Scream to your heart's content
As your veins I happily shred
Systematically slicing up your cheeks
Drilling holes in your wrists to be chic
Intestines I entwine, dripping juices, sludge and gunk
Taking pictures to remind me when I'm bored and down on luck
What a thrill it is to feel the inside of your head
Your thoughts I seem to sense, but that's not possible as you seem to be
quite dead
Inserting safety pins,
Stimulated by my sins,
Your relics just for me
Cause I love you, can't you see?
Your pubes I pierce and slice
Punctured bladders my delight
Suppurating, shiny flesh
Bloody carcass quite a mess
Steam rising from the ruins of your corpse
The heat in this house is quite inadequate for this pathological cause
Maggots I dislike
They impose upon my fun
My merrymaking ruined
By these rancid little worms
Globs of bodily juices drop and splat upon the floor
As I drag your festering corpse, oozing sticky strings of gore
Your shoulder bones protruding, cracking as they hit the wall
Petrol sure in handy when you tire of it all
Rotting muscles slipping off, congealing lumpy mass
Blistering and frying as your cadaver turn to ash
Scooping up remains
Pouring into tins and jugs
Feeling clean and pure of mind
I'm a genius, not obnoxious...
Catatonia Severa na Patologia
Cortando suas roupas, tentando alcançar sua carne
Deixa meus dedos sentirem sua pele branca e pura
Adoro ver seus medos refletidos nos seus olhos
Vamos fazer uma festa, você e eu
A lâmina da minha pequena machadinha anseia pelo seu crânio
Ela quer ver a textura do seu cérebro
Minha cirurgia é uma brincadeira, sou um cara bem doido
Não sou quebrado e esquisito como todo mundo
Grite à vontade
Enquanto suas veias eu rasgo feliz
Fatiando sistematicamente suas bochechas
Fazendo furos nos seus pulsos pra ficar chique
Intestinos eu entrelaço, gotejando sucos, lodo e meleca
Tirando fotos pra me lembrar quando estou entediado e sem sorte
Que emoção é sentir o interior da sua cabeça
Seus pensamentos eu pareço sentir, mas isso não é possível já que você parece estar
bem morta
Inserindo alfinetes de segurança,
Estimulados pelos meus pecados,
Seus restos só pra mim
Porque eu te amo, não vê?
Teus pelos eu furo e corto
Bexigas furadas são meu deleite
Carne supurante e brilhante
Carcaça ensanguentada, uma bagunça
Vapor subindo das ruínas do seu corpo
O calor nesta casa é bem inadequado pra essa causa patológica
Larvas eu não gosto
Elas atrapalham minha diversão
Minha farra arruinada
Por esses vermes podres
Gotas de fluidos corporais caem e estouram no chão
Enquanto arrasto seu cadáver em putrefação, escorrendo cordas pegajosas de sangue
Seus ombros se projetando, estalando ao bater na parede
Gasolina é útil quando você se cansa de tudo isso
Músculos apodrecendo escorregam, formando uma massa grumosa
Bolhas e fritando enquanto seu cadáver se transforma em cinzas
Recolhendo restos
Despejando em latas e jarros
Sentindo-me limpo e puro de mente
Sou um gênio, não sou insuportável...