Elisir
La donna è con me,
è molto di più di una donna qualsiasi,
Io voglio lei un bene fortissimo,
Un grido bellissimo
Canto tutto e niente,
Una musica senza musica…
Dove tutto è niente
Come musica nella musica
Huhm, Huhm, Huhm…
(…)
Il luogo com'è? Una valle di nomadi
Tutto qui.
Ascoltami, tu, uomo di Neanderthal,
Si, o di Tangeri,
C'è qualcuno tra voi che sappia suonare
Una danza vertigine, un ballo frin frun
Che tolga le scarpe e le calse alle femmine?…
Suona tutto e niente,
Una musica nella musica…
Dove tutto è niente
Come polvere sulla polvere
Huhm, Huhm, Huhm…
(…)
Si suona così: con grazzia plebea,
La mani che sudano
Ed offrono a noi, caro elisir,
L'arabesca impossibile…
Dove tutto è niente
Solo musica, brava musica
E la danza splende
Come un diavolo in un fulmine…
Huhm, Huhm, Huhm…
(…)
Elixir
A mulher está comigo,
ela é muito mais do que qualquer mulher,
Eu quero ela com uma força imensa,
Um grito lindo
Canto tudo e nada,
Uma música sem música…
Onde tudo é nada
Como música dentro da música
Huhm, Huhm, Huhm…
(...)
Como é o lugar? Um vale de nômades
Só isso aqui.
Escuta, você, homem de Neandertal,
Sim, ou de Tânger,
Tem alguém entre vocês que saiba tocar
Uma dança vertiginosa, um baile frenético
Que tire os sapatos e as meias das mulheres?…
Toca tudo e nada,
Uma música dentro da música…
Onde tudo é nada
Como poeira sobre a poeira
Huhm, Huhm, Huhm…
(...)
Se toca assim: com graça plebeia,
As mãos que suam
E oferecem a nós, querido elixir,
A arabesca impossível…
Onde tudo é nada
Só música, boa música
E a dança brilha
Como um diabo em um relâmpago…
Huhm, Huhm, Huhm…
(...)