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Ciranda Das Estações

Gimar Dallavale

Nas noites calmas de outono
Me revejo pensando em ti
Vivendo sonhos de primaveras
Do passado até aqui
Desde a tua partida
Meu mundo virou inverno
Noites frias e sem cor
De um sonho que era eterno
Ao passear pela estância
Revejo lugares de nós dois
Já não são as mesmas flores
Que sorriam por amores
Nunca pensei em um depois

Vivo a campear teus olhos
Nas noites enluaradas
Buscando eles nas estrelas
Reluzentes as madrugadas
A saudade é redomona
Cruzando as estações
O tempo passa lento
Castigando as emoções

Vivo a campear teus olhos
Nas noites enluaradas
Buscando eles nas estrelas
Reluzentes as madrugadas
A saudade é redomona
Cruzando as estações
O tempo passa lento
Castigando as emoções

As lembranças que me aquecem
Como um Sol de verão
Faz o peito arder em brasa
Tironeando a solidão
Dentre a moldura da janela
Vejo um quadro desbotado
Passando anos envelheço
O sonho jamais esqueço
Dentro de mim ficou guardado

Vivo a campear teus olhos
Nas noites enluaradas
Buscando eles nas estrelas
Reluzentes as madrugadas
A saudade é redomona
Cruzando as estações
O tempo passa lento
Castigando as emoções

Vivo a campear teus olhos
Nas noites enluaradas
Buscando eles nas estrelas
Reluzentes as madrugadas
A saudade é redomona
Cruzando as estações
O tempo passa lento
Castigando as emoções

Vivo a campear teus olhos
Nas noites enluaradas
Buscando eles nas estrelas
Reluzentes as madrugadas
A saudade é redomona
Cruzando as estações
O tempo passa lento
Castigando as emoções

Composição: Anderson Strefling, Márcio Trindade