My Eyes Are the Spears of Chaos
Transfused in these rites of my veins
Design of drowning the first born son of man
Hands of cold and empty condemning in bastard choice
These teeth of heresy speak of promised ruin
Bow before my vengeance
I am masked for death in rage of this worship of disease
In red skies my words are weapons of hell
Conjuration through this death of falling skies
Hatred swarms this lethal rage
This vision repulsed within guidance
Vulgar temptation in hands of two
These scars are worm as praise
Soft breast of virgin's touch
Deceit in the birth of lust
Adultery of the serpent has brought forth the birth of rape
Arise in anointed skin of chaos
Seething the priceless warmth of the butchering of god
Sickness returns in this baptized pool
Unholy rise in spear of lies
This blood pours from the rib of man
Empty oceans of drowned souls filter into the veins of god
Corrupt this bloodline to taint the righteous birth
Commence the worship of the sick
For this black sky shall vomit forth the dark
Arise from carcass of god
Chaos breaths in deathlike silence
Vision of war in desire
Eyes swallow all that deny
Meus Olhos São as Lanças do Caos
Transfundido nesses rituais das minhas veias
Desenho de afogar o primogênito do homem
Mãos frias e vazias condenando na escolha bastarda
Esses dentes de heresia falam de ruína prometida
Incline-se diante da minha vingança
Estou mascarado para a morte na fúria deste culto à doença
Nos céus vermelhos, minhas palavras são armas do inferno
Conjuração através desta morte de céus em queda
O ódio invade essa fúria letal
Esta visão repelida dentro da orientação
Tentação vulgar nas mãos de dois
Essas cicatrizes são vermes como louvor
Suave seio do toque da virgem
Engano no nascimento da luxúria
Adultério da serpente trouxe o nascimento do estupro
Levante-se na pele ungida do caos
Fervendo o calor inestimável do massacre de deus
A doença retorna nesta piscina batizada
Levante-se profano na lança das mentiras
Este sangue jorra da costela do homem
Oceanos vazios de almas afogadas filtram nas veias de deus
Corrompa esta linhagem para manchar o nascimento justo
Comece o culto aos doentes
Pois este céu negro vomitará a escuridão
Levante-se do cadáver de deus
O caos respira em silêncio mortal
Visão de guerra no desejo
Olhos engolem tudo que nega