395px

Silenciado Marcado pela Quebra de Ossos

Goatwhore

Silenced Marked by the Breaking of Bone

Solitude of this elevation brought into the levels of hell
Corpse of these great demons comes earth and sky

Lecherous in these accounts of wisdom
Bearing weight of masters shall bear curse
Endurance in perdition without sufferance
Contradiction in swallowed ruin of the defying

These reflections observed in fault of past with sin
Inscribed in the intersection of these inferior deities

Renounce the arcane lore of this disregard
Closing these seals in reverence to the storm god
Subliminal sorcery to emanate this force of chaos
Observe the destruction of the superstitious

Contest to the snakes of Algol
Abhor the stone filled sight
Eclipsing evil spirit of smokeless fire

Implosive to the soul collide in vain
Fiend of the esoteric to immerse in vortex
Vessels of transmutation for the ancient ones
Destructive forces within genesis of evil

Hurled into polar constrain unified in this immune anguish
This frozen atrophied sun has its namesake on this oblivion

Diabolic in eternity
Abominate this prophecy

Dishonor the snakes with eyes of a marble gaze
Kept alive in the embrace of fear beneath this silence
Elements in this reform of malevolent indifference
Conspiracy of eternal compassion crushed by misguided souls

Delusion in form lies the vile truth in secrecy of hell
Perversions of mercy to bare mark of the necrophile

Anthem in this desecration for the infection in grace
Pandemonium will reach neglect of the forgiveness of man's soul

Intercession, these cursed hands will have no cause for god
Hallowed effigy, everlasting in truth of the slayer of Christ's whore

Silenciado Marcado pela Quebra de Ossos

A solidão dessa elevação trazida aos níveis do inferno
O corpo desses grandes demônios vem da terra e do céu

Lascivo nessas contas de sabedoria
Carregando o peso dos mestres, suportará a maldição
Resistência na perdição sem sofrimento
Contradição na ruína engolida dos desafiadores

Essas reflexões observadas na falha do passado com pecado
Inscritas na interseção dessas divindades inferiores

Renuncie ao saber arcano desse desprezo
Fechando esses selos em reverência ao deus da tempestade
Feitiçaria subliminar para emanar essa força do caos
Observe a destruição dos supersticiosos

Conflito com as serpentes de Algol
Abomine a visão cheia de pedras
Eclipsando o espírito maligno do fogo sem fumaça

Implosivo para a alma colidir em vão
Demônio do esotérico a mergulhar no vórtice
Vasos de transmutação para os antigos
Forças destrutivas dentro da gênese do mal

Arremessado em constrangimento polar unificado nessa angústia imune
Esse sol atrofiante congelado tem seu nome nesse esquecimento

Diabólico na eternidade
Abomine essa profecia

Desonre as serpentes com olhos de um olhar de mármore
Mantido vivo no abraço do medo sob esse silêncio
Elementos nessa reforma de indiferença maligna
Conspiração de compaixão eterna esmagada por almas desorientadas

Ilusão em forma esconde a vileza da verdade no segredo do inferno
Perversões de misericórdia para expor a marca do necrofílico

Hino nessa profanação pela infecção na graça
Pandemônio alcançará o descaso pelo perdão da alma do homem

Intercessão, essas mãos amaldiçoadas não terão causa para Deus
Efígie sagrada, eterna na verdade do matador da prostituta de Cristo

Composição: