I Avenge Myself
Escape the lethal teeth of faith
This snarling mouth that bleeds words of this darkness
A binding obsession for the last grasp of air
Procession in plagued blood below this horizon
Embrace this stain of un-divine
Torture of sickness in consumed
Helpless in offering of this confession
Kiss of this lifeless transfer
Escape these rites of the sky
These torn wings of the defied
Force this silent murder of spoken praise
Beneath the regions of cold and flame
Birthed from cold blood
Symbolism of tainted thought in blood filled eyes
Sinister laugh of disfigured ideals, these hands were bound by nails
My lips are glazed with words of rebirth in praise of death
I grasp for air in the submergence of my own sin
Clinical silence for the seed of disease
Prelude to self divine assassination
Breathless in ruin by the force of havoc
Crawl with thorns adorned in punishment
Hallucinogenic transfer in the precursor to hell
The dark god and his desire whisper in transcendence
Worship in slave tongue, cold breath of the flame
These scorns of reincarnating the black void
Rust covered blades of this atonement
The modeling of pain for torturers
Hell's architecture of the human mind
These hands were once drowned in blood
Redeem this desecration
Soaring on wings of despise, divine image burns my eyes
Sinister hands of restructure, feverish mold cast in flame
Bodies descend in sky of death, cruelty of disease shall swallow breath
Trial beneath great lake of ice, forsaken lives of sin in sacrifice
I give into the embrace of agony
I am sinless within my own sin
Accommodate this pain to preserve myself
I must bleed my own infection of the light
These burning wings of failure for this helpless prayer savior
This breath of sulfur before death in altered divinity of wrath
Legion in mirror like creation, carrier of the great plague
I kneel for this final redemption, failing in countless sick prayers
The hand of war raised from the blood of the fallen angels
This skinned god of empty souls birthing disorder
An altar of suicide in this timeless torment
Current of life lost swallows me, inhaling my breath
Eu Me Vingo
Escape das garras letais da fé
Essa boca rosnando que sangra palavras dessa escuridão
Uma obsessão que amarra o último suspiro de ar
Procissão em sangue contaminado abaixo deste horizonte
Abrace essa mancha do não-divino
Tortura da doença em consumido
Impotente na oferta dessa confissão
Beijo dessa transferência sem vida
Escape desses rituais do céu
Essas asas rasgadas dos desafiados
Force esse assassinato silencioso de louvor falado
Sob as regiões de frio e chama
Nascido do sangue frio
Simbolismo de pensamento manchado em olhos cheios de sangue
Riso sinistro de ideais desfigurados, essas mãos foram amarradas por pregos
Meus lábios estão cobertos com palavras de renascimento em louvor à morte
Eu busco ar na submersão do meu próprio pecado
Silêncio clínico para a semente da doença
Prelúdio para a auto-assassinato divino
Sem fôlego na ruína pela força do caos
Rastejo com espinhos adornados em punição
Transferência alucinatória no precursor do inferno
O deus sombrio e seu desejo sussurram em transcendência
Adoração na língua de escravo, respiração fria da chama
Esses desprezos de reencarnar o vazio negro
Lâminas cobertas de ferrugem dessa expiação
O modelar da dor para torturadores
A arquitetura do inferno da mente humana
Essas mãos já estiveram afundadas em sangue
Redima essa profanação
Planando em asas de desprezo, a imagem divina queima meus olhos
Mãos sinistras de reestruturação, molde febril lançado em chama
Corpos descem no céu da morte, a crueldade da doença engolirá o fôlego
Julgamento sob o grande lago de gelo, vidas abandonadas de pecado em sacrifício
Eu me entrego ao abraço da agonia
Eu sou sem pecado dentro do meu próprio pecado
Acomode essa dor para preservar a mim mesmo
Eu preciso sangrar minha própria infecção da luz
Essas asas queimando de falha para essa oração desesperada de salvador
Esse hálito de enxofre antes da morte na divindade alterada da ira
Legião na criação como espelho, portador da grande praga
Eu me ajoelho por essa redenção final, falhando em incontáveis orações doentes
A mão da guerra levantada do sangue dos anjos caídos
Esse deus despido de almas vazias gerando desordem
Um altar de suicídio nesse tormento atemporal
A corrente da vida perdida me engole, inalando meu fôlego