Infernal Sights Of A Bloody Dawn (Morbid Rites)
When the sunlight breaks the dawn
The cross on which he's nailed drips with blood
His body is mangled, emaciated
The downfall, the final defeat
The dark one is the night
Searching for a body of the dead
Smealling the air of passed life flesh
Formless body, limbs were scorched in the sun
Fornicate the holy, reaping the innocent dead
Aaaaarrggghh, questions irse when hours pass by
Who bestole the holy grave, morbid truth I search for thee
When the night falls in, the unknown travels from grave to
grave
Untamble bestial sin, blasphemy of the holy flesh
Infernal, sights: the lord of flies disgraced his grave
Bloody, dawn: facing evil was the fear of christ
Infernal, sights: Now his corpse is stolen by necrophiliac
Bloody, dawn: Death is more present than god ever can be
When the sunlight breaks the dawn
The cross on which he's nailed drips with blood
His body is mangled, emaciated
The downfall, the final defeat
Aaaaarrggghh, questions irse when hours pass by
Who bestole the holy grave, morbid truth I search for thee
When the night falls in, the unknown travels from grave to
grave
Untamble bestial sin, blasphemy of the holy flesh
The dark one is the night
Searching for a body of the dead
Smealling the air of passed life flesh
Formless body, limbs were scorched in the sun
Fornicate the holy, reaping the innocent dead
Infernal, sights: the lord of flies disgraced his grave
Bloody, dawn: facing evil was the fear of christ
Infernal, sights: Now his corpse is stolen by necrophiliac
Bloody, dawn: Death is more present than god ever can be
Visões Infernais de uma Aurora Sangrenta (Ritos Morbidos)
Quando a luz do sol rompe a aurora
A cruz na qual ele está pregado goteja sangue
Seu corpo está desfigurado, emagrecido
A queda, a derrota final
A escuridão é a noite
Procurando por um corpo dos mortos
Cheirando o ar da carne que já passou
Corpo sem forma, membros queimados pelo sol
Fornicando o sagrado, ceifando os inocentes mortos
Aaaaarrggghh, perguntas surgem quando as horas passam
Quem roubou o túmulo sagrado, a verdade mórbida que busco em ti
Quando a noite cai, o desconhecido viaja de túmulo a
túmulo
Desvendando o pecado bestial, blasfêmia da carne sagrada
Infernal, visões: o senhor das moscas desonrou seu túmulo
Sangrenta, aurora: enfrentar o mal era o medo de cristo
Infernal, visões: Agora seu corpo é roubado por necrofílico
Sangrenta, aurora: A morte está mais presente do que deus jamais pode ser
Quando a luz do sol rompe a aurora
A cruz na qual ele está pregado goteja sangue
Seu corpo está desfigurado, emagrecido
A queda, a derrota final
Aaaaarrggghh, perguntas surgem quando as horas passam
Quem roubou o túmulo sagrado, a verdade mórbida que busco em ti
Quando a noite cai, o desconhecido viaja de túmulo a
túmulo
Desvendando o pecado bestial, blasfêmia da carne sagrada
A escuridão é a noite
Procurando por um corpo dos mortos
Cheirando o ar da carne que já passou
Corpo sem forma, membros queimados pelo sol
Fornicando o sagrado, ceifando os inocentes mortos
Infernal, visões: o senhor das moscas desonrou seu túmulo
Sangrenta, aurora: enfrentar o mal era o medo de cristo
Infernal, visões: Agora seu corpo é roubado por necrofílico
Sangrenta, aurora: A morte está mais presente do que deus jamais pode ser