Throne Of Confinement
Incarnation
At the prologic shores of illusions
In dark eternities cold
Materialized afflictions
Decomposed in our hate
Human fatality, in delusions rich
So as we deny our flesh we drown our dreams
Arising from deep shadows of low dimensions' lies
Escape from this grievous misconceptions truth
Undignified we feed our delicious egos hunger
With years of desire in greed so poor
Mirror of epitaphs, reflecting disgrace
Equalize your visions to your own pleasure
Captured in twilights of languor and ignorance
A mastery of blindness in mental enslavement
Disintegration
Our sweet agony, we unconsciously await
Bury our hopes before our funeral
Let restrictions confine our minds
Perfunctory lives, wasted in apathy
Our imperious decay, lovely communicated
Veiling our weakness, the reversal of evolution
Falsify your innocence in perpetual subordination
My slight throne of liberty, your eager insanity
This scraps of ataraxy I secludedly embrace
Its irradiation so calm, my little sanctuary
Enjoy my social malfunction, feeding your dislikes
My broad sky of fantasies, your narrow horizon
Trono do Confinamento
Encarnação
Nas praias prologas das ilusões
Em eternidades escuras e frias
Aflições materializadas
Decompostas no nosso ódio
Fatalidade humana, em delírios ricos
Assim como negamos nossa carne, afogamos nossos sonhos
Surgindo das sombras profundas das mentiras de baixas dimensões
Fugindo dessa dolorosa verdade de equívocos
Indignos, alimentamos a fome dos nossos egos deliciosos
Com anos de desejo em uma ganância tão pobre
Espelho de epítafes, refletindo a desgraça
Iguale suas visões ao seu próprio prazer
Capturados em crepúsculos de languidez e ignorância
Uma maestria de cegueira em escravidão mental
Desintegração
Nossa doce agonia, aguardamos inconscientemente
Enterramos nossas esperanças antes do nosso funeral
Deixemos as restrições confinar nossas mentes
Vidas superficiais, desperdiçadas na apatia
Nossa decadência imperiosa, lindamente comunicada
Velando nossa fraqueza, a reversão da evolução
Falsifique sua inocência em subordinação perpétua
Meu leve trono de liberdade, sua insensatez ansiosa
Esses restos de ataraxia que eu abraço em segredo
Sua irradiação tão calma, meu pequeno santuário
Aproveite minha disfunção social, alimentando seus desgostos
Meu amplo céu de fantasias, seu horizonte estreito