Nervous Gibbering Wreck
Darkness descends on my world once again
Straining to see the truth in front of me
Clawing through broken glass, tears and cuts
Floor drenched in death screaming in agony
Faces surround me cold and dead
Gazing into nowhere, filling me with hellish dread
Spellbound by malice paranoid and cold
The living dead sit quiet filled with black blood
With ravenous vermin gnawing flesh
The hunger returns for the sustenance that I dread
Racing through my veins with a vengeance so cold
Feeling like god rising above this world
I wake up fast with the fear of all fears
The horror of all horrors, making no sense of it all
Send me back up, to the place that I belong
I´ve known you too well, and for far too long
Feeding you death, a white god-send
The spirits beckon as they claw throughout your mind
Spiralling up, never wanting it to end
Enlightenment comes, spiritually transformed
Dragged back down, the room closes in
Unable to speak, unsettled and grim
Alone in the dark, unable to stop
Thirsting for more, self destruction as art
A nervous gibbering wreck curled up in a ball
Lonely and shivering making no sense of it all
Sweating and pale, the bodies arise
Hungering for more, giving up on life
I wake up fast with the fear of all fears
The horror of all horrors, making no sense of it all
Send me back up, to the place that I belong
I´ve known you too well, and for far too long
A nervous gibbering wreck curled up in a balll
Lonely and shivering making no sense of it all
Sweating and pale, the bodies arise
Hungering for more, giving up on life
Desastre Nervoso
A escuridão desce sobre meu mundo mais uma vez
Esforçando-me para ver a verdade diante de mim
Rasgando vidro quebrado, lágrimas e cortes
Chão ensopado em morte gritando em agonia
Rostos me cercam, frios e mortos
Olhando para o nada, me preenchendo com um medo infernal
Hipnotizado pela malícia, paranoico e gelado
Os mortos-vivos sentam em silêncio, cheios de sangue negro
Com vermes famintos roendo carne
A fome retorna pelo sustento que eu temo
Correndo pelas minhas veias com uma vingança tão fria
Sentindo-me como um deus, acima deste mundo
Acordo rápido com o medo de todos os medos
O horror de todos os horrores, sem fazer sentido algum
Me manda de volta, para o lugar que eu pertenço
Eu te conheço bem demais, e há tempo demais
Alimentando você com morte, um presente divino
Os espíritos chamam enquanto arranham sua mente
Girando para cima, nunca querendo que acabe
A iluminação vem, espiritualmente transformado
Arrastado de volta, o quarto se fecha
Incapaz de falar, inquieto e sombrio
Sozinho no escuro, incapaz de parar
Sede de mais, autodestruição como arte
Um desastre nervoso, encolhido em uma bola
Solitário e tremendo, sem fazer sentido algum
Suando e pálido, os corpos surgem
Fazendo mais falta, desistindo da vida
Acordo rápido com o medo de todos os medos
O horror de todos os horrores, sem fazer sentido algum
Me manda de volta, para o lugar que eu pertenço
Eu te conheço bem demais, e há tempo demais
Um desastre nervoso, encolhido em uma bola
Solitário e tremendo, sem fazer sentido algum
Suando e pálido, os corpos surgem
Fazendo mais falta, desistindo da vida