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Concubina do Desprezo

Gorgasm

Concubine Of Despise

Chloroform works good, much better than I expected.
Lie there nice and still while I prepare you for my need.
Unconsciously you choke, cock plunged deep inside throat.
Teeth are extracted. I get harder when you bleed.
Hands gripped to the chair.
Smell of fear is in the air.
Fingernails embedded, raked from the last before you.
Dehumanized and beaten. Cunt-lips half devoured, eaten.
Vile seductions reign. Propped up slumped in blood.

Writhe in my descent, feel every bone crack inside of your body.
I won't feel content until I see what's inside
your pain I intend. Feel my insertion.
Captive torment. I won't extend any emotion.
Sired repulsion. Concubine of Despise.

Peel your cunt lips open, blood and cum drip down your thighs.
Depending on my mood I won't make you suffer long.
Try to fight to free your life.
Soon you'll be embalmed.
I can't let you die just yet.
You are my amusement.
My sadistic rapture, violently entrapped, I am faithful to each scream.
Inseminated cur just another breeder.
Bleed to live, live to bleed.

Cock in hand ideas begin to fornicate.
A grimacing stare frowning down I masturbate.
Acting on my impulse, gouging out your eye.
A stiff cock hard and ready.
Shoved in nice and tightly, squirming, fighting, twitching, masticate.
Grimly deformed.
Sink my shaft in deeper I dig my tool.
Pupils start to dialate.
Mouth a gasp for air.
Another hole to violate, and fill.
Deep within her full of dung.
Emptying out my sack.
Covering her with rotted cum.
Gargle up my stew.
Savor down each loving chunk.
Shifting in your mouth.
Wire your jaw nicely shut.

Concubina do Desprezo

O cloroformio funciona bem, muito melhor do que eu esperava.
Fique aí, quietinha, enquanto eu te preparo para a minha necessidade.
Inconscientemente você se engasga, com o pau cravado na sua garganta.
Os dentes são arrancados. Eu fico mais duro quando você sangra.
Mãos agarradas à cadeira.
O cheiro do medo está no ar.
Unhas cravadas, arranhadas da última antes de você.
Desumanizada e espancada. Lábios da sua xoxota meio devorados, comidos.
Seduções vis reinam. Apoiada, caída em sangue.

Contorça-se na minha descida, sinta cada osso se quebrar dentro do seu corpo.
Não vou me sentir satisfeito até ver o que está dentro
sua dor eu pretendo. Sinta minha inserção.
Tortura cativa. Não vou demonstrar nenhuma emoção.
Repulsão gerada. Concubina do Desprezo.

Despeje seus lábios da xoxota abertos, sangue e sêmen escorrem pelas suas coxas.
Dependendo do meu humor, não vou te fazer sofrer por muito tempo.
Tente lutar para libertar sua vida.
Logo você será embalsamada.
Não posso deixar você morrer ainda.
Você é a minha diversão.
Meu êxtase sádico, violentamente aprisionada, sou fiel a cada grito.
Cão inseminado, só mais uma reprodutora.
Sangre para viver, viva para sangrar.

Pau na mão, as ideias começam a transar.
Um olhar de desprezo, franzindo a testa, eu me masturbo.
Agindo por impulso, arrancando seu olho.
Um pau duro e pronto.
Enfiado bem apertado, se contorcendo, lutando, tremendo, mastigando.
Deformado de forma sombria.
Enterro meu membro mais fundo, eu escavo minha ferramenta.
As pupilas começam a dilatar.
Boca ofegante por ar.
Outro buraco para violar, e preencher.
Lá dentro, cheia de estrume.
Esvaziando meu saco.
Cobrir ela com sêmen podre.
Gargareje minha mistura.
Saboreie cada pedaço amoroso.
Mudando na sua boca.
Feche sua mandíbula bem apertada.

Composição: Gorgasm