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A Bruxa Maldita

Gorjeo Seglar

La Bruja Maldita

Y el infante al destrozarse ver quemar a su madre
Pregunto a su padre a donde iria ella.
¡Al infierno! Respondieron gente a su alrededor
¡Es una brija maldita y ya no merece perdón!

Destruida su conciencia este niño crecio
Con un odio abominable dia a dia el vivio

Cuando falleció su padre el joven se marcho
A derramar su venganza que de niño el pensó
La experiencia en el combate el perfecciono
El rey por su propia mano aclamban miles a seguir
Y las guerras comenzaron a abrir
Nuevos caminos se dio a elegir

Ya van....

Encontrando su sendero asumio el poder
Avanzan ya nuestras hordas al rastrero destruir
Rematad al subyugado hay que concretar
Piden ya misericordia
¡Yo no te la dare!
¡Yo no te la dare!
¡Yo no te la dare!

Y los niños que quemaban gritaban en el jardin
Aberrantes al oido adversos a la razón
Y sus templos aplastados por el peso de su cruz
Los chacales han llegado y devoran al niño jesús.

Y su madre al contemplarlo se introduce una cruz
Pues asi nace la sangre os hallais en nueva virtud
El pastor y sus corderos gimoteaban de dolor
Los encierran en los hornos
Para que no expelan su hedor.

Entre los hombres no habrán más hermanos
Por servidores de un pueblo bastardo
Estoy mirando tu patetico rostro
Mientras sentado cada vez mas cristiano

A Bruxa Maldita

E o menino, ao ver sua mãe queimar
Perguntou ao pai pra onde ela iria.
"Pro inferno!" Responderam as pessoas ao redor
"É uma bruxa maldita e já não merece perdão!"

Destruída sua consciência, esse menino cresceu
Com um ódio abominável, dia a dia ele viveu.

Quando seu pai faleceu, o jovem se foi
Pra derramar sua vingança que desde criança ele pensou.
A experiência no combate ele aperfeiçoou
O rei, por sua própria mão, aclamam milhares a seguir.
E as guerras começaram a abrir
Novos caminhos se deu a escolher.

Já vão....

Encontrando seu caminho, assumiu o poder
Nossas hordas avançam pra destruir sem dó.
Acabe com o subjugado, é hora de concretizar.
Pedem já misericórdia
"Eu não vou dar!"
"Eu não vou dar!"
"Eu não vou dar!"

E as crianças que queimavam gritavam no jardim
Aberrantes ao ouvido, adversos à razão.
E seus templos esmagados pelo peso de sua cruz
Os chacais chegaram e devoram o menino Jesus.

E sua mãe, ao contemplá-lo, se crava uma cruz
Pois assim nasce o sangue, estais em nova virtude.
O pastor e suas ovelhas gemiam de dor
Os encerram nos fornos
Pra que não exalem seu fedor.

Entre os homens não haverá mais irmãos
Por servidores de um povo bastardo.
Estou olhando seu rosto patético
Enquanto sentado, cada vez mais cristão.