Vanishing Ruins
Shocked, shuddered
Shining brains, open grave, my brand new world
Destroying brightness
I can feel them leave myself
Drops of linf
Grains of sand
One by one fall
Cells slowly rot to die
Sickness sweeping through
A process of final demise
Cruel majesty of time
Everything passes, everything palls
Slow and relentless, a futile passing away
As shining colours find their way
To meaningless shades of grey
My concreteness slides to frailty and fade
I am condamned
We are all vanishing ruins
Like breeding seeds, infected cells
Flourish and wait for their black reaper
I slide down on the glass of desolation
Flesh slowly rot to dust
Bones are subjected to rust
A process of demise
Blains break out on my wasted skin
Symptoms of ordained, relentless agony
Sorcery of time
Light is despair anguish and pain
Everything dies
Slow and relentless, a futile passing away
As shining colours find their way
To meaningless shades of grey
My concreteness slides to frailty and fade
I am condamned
We are all vanishing ruins
Ruínas que Desaparecem
Chocado, tremendo
Cérebros brilhantes, cova aberta, meu mundo novinho em folha
Destruindo a luz
Consigo sentir eles saindo de mim
Gotas de linfa
Grãos de areia
Um a um caem
Células lentamente apodrecem para morrer
Doença varrendo tudo
Um processo de morte final
Cruel majestade do tempo
Tudo passa, tudo se torna sem graça
Lento e implacável, um passar inútil
Enquanto cores brilhantes encontram seu caminho
Para tons de cinza sem sentido
Minha solidez escorrega para fragilidade e desvanecimento
Estou condenado
Todos nós somos ruínas que desaparecem
Como sementes infectadas, células doentes
Florescem e esperam pelo seu ceifador negro
Eu deslizo pelo vidro da desolação
Carne lentamente apodrece em pó
Os ossos estão sujeitos à ferrugem
Um processo de morte
Bolhas surgem na minha pele desgastada
Sintomas de uma agonia ordenada e implacável
Feitiçaria do tempo
A luz é desespero, angústia e dor
Tudo morre
Lento e implacável, um passar inútil
Enquanto cores brilhantes encontram seu caminho
Para tons de cinza sem sentido
Minha solidez escorrega para fragilidade e desvanecimento
Estou condenado
Todos nós somos ruínas que desaparecem