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Acrômato

Graves

Acrômato

Estenda a mão, não crucifique uma vida
Profanar tudo que sacramentou

Estradas de pedra, pedaços de vidro
Entre frestas, janelas externas
Avistam tão longe estar, distante utopia

Por quantas vezes desviou o olhar
Por quantas vezes disse sim pensando em desistir
Por receio ao desencanto

Sobre rejeitos, entre tropeços
O remorso quer me sufocar
Rasguei meu peito, deixei o inverno passar

Estenda a mão, não crucifique uma vida
Profanar tudo que sacramentou

Por quantas vezes desviou o olhar
Por quantas vezes disse sim pensando em desistir
Por receio ao desencanto

Não crucifique uma vida

Acrômato

Estenda a mão, não mate uma vida
Profanar tudo que foi consagrado

Estradas de pedra, cacos de vidro
Entre frestas, janelas externas
Avistam tão longe estar, distante utopia

Por quantas vezes desviou o olhar
Por quantas vezes disse sim pensando em desistir
Por medo do desencanto

Sobre rejeitos, entre tropeços
O remorso quer me sufocar
Rasguei meu peito, deixei o inverno passar

Estenda a mão, não mate uma vida
Profanar tudo que foi consagrado

Por quantas vezes desviou o olhar
Por quantas vezes disse sim pensando em desistir
Por medo do desencanto

Não mate uma vida