Bastard Dreams
Trapped within the nightmare of an everpresent formula
Designed to bring my evolution to a state of fixed regression
A plan for depressed existence personified, in part, by a bloodthirsty alter ego
Sickening in its methods, an extension of the solipsists premise
I'll sleep alone in the wake of my other's agression
For though you may wield a power of mind subversion
I shall make this vow unto you cowardly one:
Until you suffer, this mind won't rest
I'll commit every day to your doom
And wish upon the pain you brought me
Forever, unmatched, a thousand fold
Dream of the day your facade fules disarray and breeds the chaos you crave
Misrule depraved
Grim in your ways, you'd see me sold as a slave, undignified to the grave
The memory strained
Live with the fear I see ingrained in your stare, the passive half domineered
The hollow dread
I'll batter the peer, the bleeding doppelganger
A severe assault on the sense and flesh of dread
Disown the temple you inhabit
Or face sagacity unleashed
For I am your god
And you are my servile
I'll piss all over your vulgar presence
And spit upon the animated lie you call my own
In concert the dream is absolute
But alone, without guard, it will fall as easily as you will
To my unrestrained wrath
No force of brute or brain can conquer me
Live the bastard day you dreamt
The dance of this embittered wedlock
A divorce as divine as suicide
Dream and die knowing that you have fallen
You have fallen
Sonhos Bastardos
Preso dentro do pesadelo de uma fórmula sempre presente
Projetada para levar minha evolução a um estado de regressão fixa
Um plano para uma existência deprimida personificada, em parte, por um alter ego sedento de sangue
Enjoativo em seus métodos, uma extensão da premissa solipsista
Vou dormir sozinho após a agressão do meu outro
Pois embora você possa ter o poder de subverter a mente
Eu farei este voto a você, covarde:
Até que você sofra, essa mente não vai descansar
Vou dedicar cada dia à sua ruína
E desejar a dor que você me trouxe
Para sempre, incomparável, mil vezes
Sonhe com o dia em que sua fachada fule a desordem e gera o caos que você deseja
Desgoverno depravado
Sombrio em seus modos, você me veria vendido como escravo, indigno até o túmulo
A memória esticada
Viva com o medo que vejo entranhado no seu olhar, a metade passiva dominada
O terror vazio
Vou espancar o par, o doppelganger sangrento
Um ataque severo ao sentido e à carne do medo
Despreze o templo que você habita
Ou enfrente a sabedoria liberada
Pois eu sou seu deus
E você é meu servil
Vou mijar toda a sua presença vulgar
E cuspir na mentira animada que você chama de minha
Em conjunto, o sonho é absoluto
Mas sozinho, sem defesa, cairá tão facilmente quanto você cairá
Diante da minha ira desenfreada
Nenhuma força bruta ou inteligência pode me conquistar
Viva o dia bastardo que você sonhou
A dança desse matrimônio amargo
Um divórcio tão divino quanto o suicídio
Sonhe e morra sabendo que você caiu
Você caiu