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Doce Amor da Bahia

Francesco De Gregori

Dolce Amore Del Bahia

Ieri ho incontrato la mia formica,
mi ha detto che sono pazzo.
Io, con occhiaie profonde
e un principio di intossicazione.
Io non ricordo che occhi avevi,
io non ricordo che occhi avevi l'ultima volta che ti ho insultato,
l'ultima volta che ti ho lasciato, ma io sono stato,
io sono stato, io sono stato dove tu mai.
Dolce amore del Bahia, dolce amore del Bahia.
Io, con le mani di giunco e la mia verginità.
Io non ricordo che occhi avevi,
io non ricordo che occhi avevi l'ultima volta che ti ho insultato,
l'ultima volta che ti ho bloccato.
Ma io sono stato, io sono stato dove tu mai.
Ieri ho incontrato la mia formica,
diceva che ero pazzo.
Io, pazzo solo per gioco, o per niente e per nessuno.
Io non ricordo che occhi avevi.
Io non ricordo che occhi avevi l'ultima volta che ti ho insultato,
l'ultima volta che ti ho incastrato,
ma io sono stato, io sono stato dove tu mai.

Doce Amor da Bahia

Ontem encontrei minha formiga,
ela disse que eu sou louco.
Eu, com olheiras profundas
e um princípio de intoxicação.
Eu não lembro que olhos você tinha,
eu não lembro que olhos você tinha da última vez que te xinguei,
da última vez que te deixei, mas eu estive,
eu estive, eu estive onde você nunca esteve.
Doce amor da Bahia, doce amor da Bahia.
Eu, com as mãos de junco e minha virgindade.
Eu não lembro que olhos você tinha,
eu não lembro que olhos você tinha da última vez que te xinguei,
da última vez que te bloqueei.
Mas eu estive, eu estive onde você nunca esteve.
Ontem encontrei minha formiga,
dizia que eu era louco.
Eu, louco só por brincadeira, ou por nada e por ninguém.
Eu não lembro que olhos você tinha.
Eu não lembro que olhos você tinha da última vez que te xinguei,
da última vez que te peguei,
mas eu estive, eu estive onde você nunca esteve.

Composição: Francesco De Gregori