Lettera Da Un Cosmodromo Messicano
Il bosco piano piano, si riprende le case.
Sono immobili gli aeroplani,
negli aeroporti sotto la luna.
Ammutoliscono i cani,
per la groppa delle montagne,
sono disperse le greggi,
abbandonati i pastori.
Io vivo fuori, in questo cosmodromo messicano.
Tutto è forte, è chiaro, il cielo è un gigante,
la vita è un acquario sopra di noi,
la luce è immensa.
Carta de um Cosmodromo Mexicano
A floresta, devagarinho, vai tomando as casas.
Os aviões estão parados,
nos aeroportos sob a lua.
Os cães ficam em silêncio,
pelas costas das montanhas,
as ovelhas estão dispersas,
os pastores abandonados.
Eu vivo fora, nesse cosmodromo mexicano.
Tudo é forte, é claro, o céu é um gigante,
a vida é um aquário acima de nós,
a luz é imensa.