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Ídil no Palco e a Cortina se Abrindo para a Morte

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Sahnedeydi Ýdil Ve Ölüme Açýlýyordu Perde

Yavaþ yavaþ araladý göz kapaklarýný...
Perdeleri açýlýyordu tiyatronun...
Sahnedeydi artýk Ýdil can...
Heyecandan titreyip kasýldý...
Aðýr aðýr kapandý perde...
Gülümsüyordu dünyaya...
Kadýnlar ki; bin yýldýr cephe ardýnda...
Kadýnlar ki; þimdi düþmüþ, dövüþüyorlar cephede...
Ayþe Gülen, Nil, Sibel, Adalet...
Toplanmýþlardý baþýna...
Terini Sabo siliyordu...
Ýçi bir cehennemdi söndüremiyordu.
"Mitralyöz, mitralyöz..."
"Kim?" dedi Sabo.
"Benim!" dedi mitralyöz...

Ídil no Palco e a Cortina se Abrindo para a Morte

Devagarinho, ela foi abrindo as pálpebras...
A cortina se abria no teatro...
Ídil já estava no palco...
Tremendo de emoção, ela se contraiu...
A cortina se fechava pesadamente...
Ela sorria para o mundo...
Mulheres que, há mil anos, estavam atrás da linha de frente...
Mulheres que agora caíram, lutando na batalha...
Ayşe, Gülen, Nil, Sibel, Adalet...
Estavam reunidas ao seu redor...
Sabo enxugava o suor...
Dentro dela era um inferno, não conseguia apagar.
"Metralhadora, metralhadora..."
"Quem?" perguntou Sabo.
"Sou eu!" respondeu a metralhadora...

Composição: