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Mães Aprisionadas

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Tutsak Analarý

Düþ kuramýyordu analar; ölümün dehþetinden...
Yýkanmaktan eskimiþti analarýn gözleri...
Birbirlerini acýlarýndan tanýyorlardý...
Anaydýlar...
Çocuklarýnýn ilk evleri onlardý...

"Ah yavrum ah!
Önce sen taþýndýn benden
Sonra da ben kendimden
Ben, bende deðilim
Ben, sendeyim kýzým..."

Analarýn bir damla gözyaþýnda
Bir þehir bütün kirlerini yýkardý...
Ve en çok analar dövülürdü
"Boran fýrtýnasý"nda; çocuklarý dövünürken...

"Kýzým, yavrum
Göðsüm yanýyor...
Gözlerin tanýmaz beni..."

Mães Aprisionadas

As mães estavam tecendo o destino; do terror da morte...
Os olhos das mães estavam desgastados de tanto chorar...
Elas se reconheciam pela dor...
Eram mães...
As primeiras casas de seus filhos eram elas...

"Ah, meu filho, ah!
Primeiro você se afastou de mim
Depois eu me afastei de mim mesma
Eu, não sou eu
Eu, estou em você, minha filha..."

Na lágrima de uma mãe
Uma cidade lavaria toda a sua sujeira...
E as mães eram as que mais sofriam
Na "tempestade de vento"; enquanto seus filhos se lamentavam...

"Minha filha, meu amor
Meu peito está ardendo...
Seus olhos não me reconhecem..."

Composição: