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O Sireninho (part. Victor Garcia)

Grupo Cañaveral de Humberto Pabón

El Sirenito (part. Victor Garcia)

Cuando buceaba por el fondo del océano
Me enamoré de una bellísima sirena
Fuera del mar, sin vacilar, pedí su mano
Y nos casamos en las playas de caleta

Pasaron más de nueve meses sin novedad
Pero cerquita de los trece se enfermó de gravedad
Tuvimos un sirenito justo al año de casados
Con la cara de angelito, pero cola de pescado

Tuvimos un sirenito justo al año de casados
Con la cara de angelito, pero cola de pescado

Una mañana, dos soldados tiburones
Me condujeron a la corte de Neptuno
Se me acusaba que en un viernes de dolores
A la sirena me comí en el desayuno

Como ninguno me creyera, me mandaron fusilar
Cuando aparece mi sirena y cuenta toda la verdad
Tuvimos un sirenito justo al año de casados
Con la cara de riguito, pero cola de pescado

Tuvimos un sirenito justo al año de casados
Con la cara de riguito, pero cola de pescado

Una mañana, dos soldados tiburones
Me condujeron a la corte de Neptuno
Se me acusaba que en un viernes de dolores
A la sirena me comí en el desayuno

Como ninguno me creyera, me mandaron fusilar
Cuando aparece mi sirena y cuenta toda la verdad
Tuvimos un sirenito justo al año de casados
Con la cara de riguito, pero cola de pescado

Tuvimos un sirenito justo al año de casados
Con la cara de riguito, pero cola de pescado

O Sireninho (part. Victor Garcia)

Quando eu mergulhava no fundo do oceano
Me apaixonei por uma sirena lindíssima
Fora do mar, sem hesitar, pedi sua mão
E nos casamos nas praias da caleta

Passaram mais de nove meses sem novidades
Mas perto dos treze ela adoeceu gravemente
Tivemos um sireninho justo um ano depois de casados
Com a cara de anjinho, mas cauda de peixe

Tivemos um sireninho justo um ano depois de casados
Com a cara de anjinho, mas cauda de peixe

Uma manhã, dois soldados tubarões
Me levaram à corte de Netuno
Me acusavam que em uma sexta-feira da dor
Eu comi a sirena no café da manhã

Como ninguém me acreditou, me mandaram fuzilar
Quando aparece minha sirena e conta toda a verdade
Tivemos um sireninho justo um ano depois de casados
Com a cara de moleque, mas cauda de peixe

Tivemos um sireninho justo um ano depois de casados
Com a cara de moleque, mas cauda de peixe

Uma manhã, dois soldados tubarões
Me levaram à corte de Netuno
Me acusavam que em uma sexta-feira da dor
Eu comi a sirena no café da manhã

Como ninguém me acreditou, me mandaram fuzilar
Quando aparece minha sirena e conta toda a verdade
Tivemos um sireninho justo um ano depois de casados
Com a cara de moleque, mas cauda de peixe

Tivemos um sireninho justo um ano depois de casados
Com a cara de moleque, mas cauda de peixe