395px

Poema Sem Dono

Grupo Cañaveral de Humberto Pabón

Poema Sin Dueño

Sencillamente un día cualquiera la conocí
Su carita de niña abuela la grave vi
Sus bellezas, sus cualidades me deslumbró
Que era la vida, era la esencia para mi canción
Su belleza, sus cualidades me deslumbró
Era la vida, era la esencia para mi canción

Barco de papel que al agua se fue buscando la ruta y mares de amor
Barco de papel que al agua se fue buscando la ruta en mares de amor
Canción inconclusa, libro sin autor
Canción inconclusa, libro sin autor
Cielo sin lucero, poema sin dueño, rosa sin cantor
Cielo sin lucero, poema sin dueño, rosas sin cantor

Tú eres mi dilema, yo soy tu problema y tú mi salvación
Tú eres mi dilema, yo soy tu problema, tú mi salvación
Barco de papel que al agua se fue buscando la ruta y jamás regresó
Barco de papel que al agua se fue buscando la ruta y al fin naufragó

Sencillamente, sigo cantando al recordar
Y todo el aire que yo respiro me sabe a ti
Y a una Vega en el arroyito que se formó
Aquel barquito que tiene escrito besos de amor
Y a una Vega en el arroyito que se formó
Aquel barquito que tiene escrito besos de amor

Barco de papel que al agua se fue buscando la ruta en mares de amor
Barco de papel y al agua se fue buscando la ruta en mares de amor
Canción inconclusa, libro sin autor
Canción inconclusa, libro sin autor

Cielo sin lucero, poema sin dueño, rosas sin candor
Cielo sin lucero, poema sin dueño, rosas sin candor
Tú eres mi dilema, yo soy tu problema, tú mi salvación
Tú eres mi dilema, yo soy tu problema, tú mi salvación

Y el tiempo se fue, mi canción quedó
El barco se fue y al fin naufragó
El tiempo se fue, mi canción quedó
El barco se fue y al fin naufragó

Poema Sem Dono

Simplesmente um dia qualquer eu a conheci
Seu rostinho de menina, avó, eu vi gravado
Suas belezas, suas qualidades me deslumbraram
Era a vida, era a essência da minha canção
Sua beleza, suas qualidades me deslumbraram
Era a vida, era a essência da minha canção

Barco de papel que na água se foi buscando a rota e mares de amor
Barco de papel que na água se foi buscando a rota em mares de amor
Canção inacabada, livro sem autor
Canção inacabada, livro sem autor
Céu sem estrela, poema sem dono, rosa sem cantor
Céu sem estrela, poema sem dono, rosas sem cantor

Você é meu dilema, eu sou seu problema e você minha salvação
Você é meu dilema, eu sou seu problema, você minha salvação
Barco de papel que na água se foi buscando a rota e nunca voltou
Barco de papel que na água se foi buscando a rota e por fim naufragou

Simplesmente, sigo cantando ao lembrar
E todo o ar que eu respiro tem gosto de você
E de uma Vega no riachinho que se formou
Aquele barquinho que tem escrito beijos de amor
E de uma Vega no riachinho que se formou
Aquele barquinho que tem escrito beijos de amor

Barco de papel que na água se foi buscando a rota em mares de amor
Barco de papel e na água se foi buscando a rota em mares de amor
Canção inacabada, livro sem autor
Canção inacabada, livro sem autor

Céu sem estrela, poema sem dono, rosas sem candor
Céu sem estrela, poema sem dono, rosas sem candor
Você é meu dilema, eu sou seu problema, você minha salvação
Você é meu dilema, eu sou seu problema, você minha salvação

E o tempo se foi, minha canção ficou
O barco se foi e por fim naufragou
O tempo se foi, minha canção ficou
O barco se foi e por fim naufragou

Composição: Arturo Jaimes, Marco Antonio Lamas, Raul Patiño, Francisco Zavala, Moy Camacho