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O Narcisista

Grupo El Pequeño Norte

El Narcisista

No niego que me enamoré
Creí encontrar el amor de mi vida
En la ceguedad que provoca el amor
Soporté actitudes que no merecía

Pensaba se va a componer
Qué ingenuidad me decían mis amigas
Él no se compone ni volviendo a nacer
Y ahora puedo ver cuánta razón tenían

Eres un narcisista eres un prepotente
Y yo siempre de tonta todo por no perderte
Aunque me lastimaras y fuera tu juguete
Yo seguía seguía cayendo en tus redes

Eres un narcisista eres un prepotente
Me hacías a tu antojo cómo pude quererte
Se acabó la sumisa que solía atenderte
Hoy ya no quiero verte

Pensaba se va a componer
Qué ingenuidad me decían mis amigas
Él no se compone ni volviendo a nacer
Y ahora puedo ver cuánta razón tenían

Eres un narcisista eres un prepotente
Y yo siempre de tonta todo por no perderte
Aunque me lastimaras y fuera tu juguete
Yo seguía seguía cayendo en tus redes

Eres un narcisista eres un prepotente
Me hacías a tu antojo cómo pude quererte
Se acabó la sumisa que solía atenderte
Hoy ya no quiero verte

O Narcisista

Não nego que me apaixonei
Acreditei ter encontrado o amor da minha vida
Na cegueira que o amor provoca
Suportei atitudes que não merecia

Pensava que ia mudar
Que ingenuidade, diziam minhas amigas
Ele não muda nem voltando a nascer
E agora posso ver quanta razão elas tinham

Você é um narcisista, é um arrogante
E eu sempre de boba, tudo pra não te perder
Mesmo que me machucasse e eu fosse seu brinquedo
Eu continuava, continuava caindo nas suas armadilhas

Você é um narcisista, é um arrogante
Me manipulava à vontade, como pude te amar?
Acabou a submissa que costumava te atender
Hoje já não quero te ver

Pensava que ia mudar
Que ingenuidade, diziam minhas amigas
Ele não muda nem voltando a nascer
E agora posso ver quanta razão elas tinham

Você é um narcisista, é um arrogante
E eu sempre de boba, tudo pra não te perder
Mesmo que me machucasse e eu fosse seu brinquedo
Eu continuava, continuava caindo nas suas armadilhas

Você é um narcisista, é um arrogante
Me manipulava à vontade, como pude te amar?
Acabou a submissa que costumava te atender
Hoje já não quero te ver

Composição: Jesús Ariel Barrera Soto