Se não quero
Não vejo
Se não quero
Não vejo
Se não quero
Não vejo
Se não quero
Não vejo
Recuso-me
Ainda que recluso
De beber do que não desejo
De beber do que não desejo
Nada nascerá de mim
Se não for dessa forma
Um rio de veleidades
Atravessando uma cidade
Atravessando uma cidade amorfa
Se não quero
Não vejo
Se não quero
Não vejo
Se não quero
Não vejo
Se não quero
Não vejo
Recuso-me
Ainda que recluso
De beber do que não desejo
De beber do que não desejo
Nada nascerá de mim
Se não for dessa forma
Um rio de veleidades
Atravessando uma cidade
Atravessando uma cidade amorfa
O que em mim pulsa
Às vezes convulsa
O que em mim pulsa
Às vezes convulsa
O que em mim pulsa
Às vezes convulsa
O que em mim pulsa
Às vezes convulsa
O que em mim pulsa
Às vezes convulsa
O que em mim pulsa
Às vezes convulsa
O que em mim pulsa
Às vezes convulsa
Se não for assim, morri