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Para Não Morrer de Amor

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Para No Morir de Amor

ahora que la suerte te abandona
regresas suplicandome que olvide
las horas de dolor
que tu partida le arrojo a mi vida

llorando como nunca habìa llorado
me pude arrebatar tu amor del alma
y ahora lloras tù
me dices que soy cruel, que no comprendo.

(Estribillo)
Olvidas, que fui yo quien suplico
tu cariño aquella vez
que mi llanto no importo.

Olvidas, que te tuve que olvidas
para no morir de amor (2).

Me dices que el amor siempre perdona
llorando como nunca habias llorado
no sabes que tu amor se ha ido ya de mi
ya no te quiero.

(Estribillo)

Para Não Morrer de Amor

agora que a sorte te abandonou
você volta me implorando pra eu esquecer
as horas de dor
que sua partida trouxe pra minha vida

chorando como nunca havia chorado
consegui arrancar seu amor da alma
e agora você chora
me diz que sou cruel, que não entendo.

(Refrão)
Você esquece que fui eu quem implorou
seu carinho naquela vez
que meu choro não importou.

Você esquece que tive que te esquecer
pra não morrer de amor (2).

Você me diz que o amor sempre perdoa
chorando como nunca havia chorado
não sabe que seu amor já se foi de mim
já não te quero.

(Refrão)

Composição: Fernando Riva / Kiko Campos