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Compa Icta (part. Luis R Conriquez)

Grupo Máximo Grado

El Compa Icta (part. Luis R Conriquez)

Quiero que se venga la plebada
Pa empezar la desvelada
Y que no me falte nada
Que el muchacho anda contento
Tomando bud light helada
Que nunca me falten las plebitas

Me gustan las más bonitas
Así dice el compa icta
Su palabra se respeta
Y el viejon nunca se aguita
Paseando por jotaguita
A veces con zapatitos
O huaraches de baqueta

Pero la que nunca cambia
Su nueve prieto bereta
Cerca donde se ven las mujeres
Selate de los ibarra
Mis primeros pasos daba
Caminando despacito
Mi vida pronto cambiaba
Nunca he negado que soy ranchero

Ni me la doy de dinero
Pero lo que tengo quiero
Me la llevo muy tranquilo
Y a nada le pongo un pero
Conozco bien a los buenos
Con ellos hice dinero
Cuando andaba en la frontera
Haya en phoenix con la banda
O a la 21 en Las Vegas
Me gustan los carros deportivos
Las motos para hacer ruido
Siempre han sido mi delirio
Una buena camioneta

Y una can am con sonido
Muy agradecido con diosito
Que el camino me ha descrito
Tambien con la virgensita
Por tenerla aquí cerquita
Al igual que san juditas
Con mi hermano ni se diga
Fue quien me dio la luz verde
Para entrar en el negocio
Gracias a sus enseñanzas
Ahora tengo buenos socios
Me gusta escuchar buenos consejos

O los agarro o los dejo
Pero siempre los que llevo
Aquí dentro de mi pecho
Son los que me dan mis viejos
Quiero que se venga la plebada
Pa empezar la desvelada
Y que no me falte nada
Que el muchacho anda contento

Tomando bud light helada
Pa empezar la desvelada
Pasiandome en sinaloa
O tal vez por el humallas
Se despide el compa icta
Del rancho de los ibarra

Compa Icta (part. Luis R Conriquez)

Eu quero que a plebe venha
Para começar a noite
E que nada me falta
Que o menino é feliz
Bebendo Bud Light gelado
Que nunca me faltem plebeus

Eu gosto das mais bonitas
É o que diz a compa icta
Sua palavra é respeitada
E o velho nunca fica agitado
Caminhando por Jotaguita
Às vezes com sapatos pequenos
Ou baqueta huaraches

Mas aquele que nunca muda
Sua boina preta de nove
Perto de onde as mulheres são vistas
Selo do Ibarra
Meus primeiros passos foram dando
Caminhando devagar
Minha vida logo mudaria.
Nunca neguei que sou fazendeiro.

Eu nem dou para mim mesmo por dinheiro
Mas o que eu tenho eu quero
Eu levo isso muito a sério.
E eu não coloco um "mas" em nada.
Eu conheço bem os bons
Ganhei dinheiro com eles
Quando eu estava na fronteira
Haya em Phoenix com a banda
Ou às 21h em Las Vegas
Eu gosto de carros esportivos
Motocicletas para fazer barulho
Elas sempre foram meu delírio
Um bom caminhão

E uma lata com som
Muito grato a Deus
Que o caminho me descreveu
Também com a Virgem
Por tê-la aqui perto
Como São Judas
Sem mencionar meu irmão.
Foi ele quem me deu sinal verde
Para entrar no negócio
Graças aos seus ensinamentos
Agora tenho bons parceiros
Eu gosto de ouvir bons conselhos

Ou eu os pego ou eu os deixo
Mas sempre os que eu carrego
Aqui dentro do meu peito
São os que meus pais me dão.
Eu quero que a plebe venha
Para começar a noite
E que nada me falta
Que o menino é feliz

Bebendo Bud Light gelado
Para começar a noite
Passeando em Sinaloa
Ou talvez por causa dos humallas
A compa icta diz adeus
Da fazenda Ibarra

Composição: Luis R Conriquez, Grupo Máximo Grado