É no romper da madrugada
Eu boto o pé na estrada junto do alazão
A luz que vejo é maragata
Quando o sol levanta atrás do galpão
O meu cavalo é pingo de confiança
Pois ele sabe qual o rumo da estância depois do bailão
Voltei na garupa, nessa borracheira
Depois de tanta ânsia pra dançar vanera
Mas se eu passei do ponto eu não lembro de nada
Só não esqueci daquela morena faceira