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Natureza Onipotente

Grupo Rodeio

Mistérios da natureza, do patrão onipotente
Que me concede o presente que é fruto do nosso amor
Minha prenda, flor do campo, que gera nossa semente
Sinto corcovear o vivente com sanhas domador

Nesta minha ignorância de peão rude e campeiro
Fico aguardando o parceiro pras lidas de marcação
Junte retalhos, minha prenda, pra nós pilchar o monarca
Que vem batendo na marca, morar em nosso rincão

Vou buscar a tia aninha, que é parteira de campanha
Antes um trago de canha, pra me benzer contra o frio
Quem sabe o piá resolva dar oh de casa pra gente
E preencha num repente nosso rancho tão vazio
E preencha num repente nosso rancho tão vazio

Obrigado, patrão velho, vai ter festa no rincão
Bate forte o coração nessa angústia de esperar
Eu sei tu disse que é lindo, ter uma vida em teu ventre
Dê logo a luz pra o vivente, pro capelão batizar

Nesta minha ignorância de peão rude e campeiro
Fico aguardando o parceiro pras lidas de marcação
Junte retalhos, minha prenda, pra nós pilchar o monarca
Que vem batendo na marca, morar em nosso rincão

Vou buscar a tia aninha, que é parteira de campanha
Antes um trago de canha, pra me benzer contra o frio
Quem sabe o piá resolva dar oh de casa pra gente
E preencha num repente nosso rancho tão vazio
E preencha num repente nosso rancho tão vazio

Vou buscar a tia aninha, que é parteira de campanha
Antes um trago de canha, pra me benzer contra o frio
Quem sabe o piá resolva dar oh de casa pra gente
E preencha num repente nosso rancho tão vazio
E preencha num repente nosso rancho tão vazio

Composição: Régis Marques