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Prisioneiro

Guarnerius

Prisionero

Desperté entre cenizas y polvo
a la sombra falaz de tu negra verdad
Camino entre niebla, sucumbo al olvido
Las cadenas ahora sufren por mí.

Antaío la muerte caminaba conmigo
Ahora cabalga tras un nuevo afán
Las dunas perecen en furiosos vientos
Gritos de auxilio no se escuchan más.

Ahora en silencio yace el prisionero
En sus manos reposan maldades de acero
La cruz de hierro no cubre el dolor
Luz de sus ojos se ha extinguido la pasión.

El silbido del viento apaga el lamento
Lamento de sangre, ritual ancestral
La luna se extingue de momento a momento
El sol languidece en agonía mortal.

Prisioneiro

Despertei entre cinzas e poeira
à sombra enganosa da sua verdade negra
Caminho entre névoa, sucumbo ao esquecimento
As correntes agora sofrem por mim.

Antevejo a morte, ela andava comigo
Agora cavalga atrás de um novo desejo
As dunas perecem em ventos furiosos
Gritos de socorro não se ouvem mais.

Agora em silêncio jaz o prisioneiro
Em suas mãos repousam maldades de aço
A cruz de ferro não cobre a dor
A luz de seus olhos apagou a paixão.

O assobio do vento apaga o lamento
Lamento de sangue, ritual ancestral
A lua se apaga de momento a momento
O sol murcha em agonia mortal.

Composição: