Camellos
Seguro que en un rato los marinos
Abandonan a este pobre viejo barco en alta mar
Que sale de un puerto desconocido
Repleto de piratas
Resaca matinal
Y cuando este viejo barco se hunda
Mirare hacia los costados, nadie, nada que amarrar.
Y suelo tocar fondo
Salir a flote y volverte a buscar.
Me gusta caminar por el desierto
Quemarme con el fuego de aquel ultimos adios
Y ver como la arena con el viento
Reparan mi camino
Hacia la extramuncion
Poner en la balanza, la fe y la esperanza
De que alguien va a venirnos a ayudar.
Llegaron los camellos
Y hoy brindare con ellos
Una vez mas.
Seguro que en un rato los marinos
Abandonan a este pobre viejo barco en alta mar
Que sale de un puerto desconocido
Repleto de piratas
Resaca matinal
Y cuando este viejo barco se hunda
Mirare hacia los costados, nadie, nada que amarrar.
Llegaron los camellos
Y hoy brindare con ellos
Una vez mas.
No me dejes soy roco
Caminando por ahi
En un mundo donde nada
Y nadie me hace feliz
No me dejes nena no
No me dejes, nunca, nunca
Por favor.
(una vez mas)
(seguro que un rato los marinos
Abandonan a este pobre viejo barco en alta mar)
Camelos
Certeza que em um tempo os marinheiros
Abandonam esse pobre velho barco em alto-mar
Que sai de um porto desconhecido
Cheio de piratas
Ressaca matinal
E quando esse velho barco afundar
Vou olhar pros lados, ninguém, nada pra amarrar.
E eu costumo tocar o fundo
Sair à tona e voltar a te procurar.
Gosto de andar pelo deserto
Me queimar com o fogo daquela última despedida
E ver como a areia com o vento
Repara meu caminho
Rumo à extramunção
Colocar na balança, a fé e a esperança
De que alguém vai vir nos ajudar.
Chegaram os camelos
E hoje vou brindar com eles
Mais uma vez.
Certeza que em um tempo os marinheiros
Abandonam esse pobre velho barco em alto-mar
Que sai de um porto desconhecido
Cheio de piratas
Ressaca matinal
E quando esse velho barco afundar
Vou olhar pros lados, ninguém, nada pra amarrar.
Chegaram os camelos
E hoje vou brindar com eles
Mais uma vez.
Não me deixe, sou roco
Caminhando por aí
Num mundo onde nada
E ninguém me faz feliz
Não me deixe, neném, não
Não me deixe, nunca, nunca
Por favor.
(mais uma vez)
(certeza que em um tempo os marinheiros
Abandonam esse pobre velho barco em alto-mar)