Oh No
Oh no!
Oh no!
Otra vez es guerrilla seca
Oh no!
Oh no!
Otra vez vienen a cosarla
Oh no!
Oh no!
Otra vez es guerrilla seca
Oh no!
Oh no!
Otra vez vienen a cosarla.
Si se presentan penetran unos verdaderos artistas
Que tienen fe sueño con lo que hacen en la pista
Preparen oído que si me lleno de conquista los azotes de los masoquistas
Protagonistas de la película en la pista me están escuchando
Nos estaban esperando ya era hora
Ahora pregunto quienes son los malandros
Nosotros los cuello blanco entrompando los preitos del barrio
Sonando real en la radio partiendo el escenario
Que vive de interés de los empresarios
Es que si me ganara 5 millones al mes seria demasiado millonario
Socio quien mata al prieto esta claro que esto es un negocio
Aunque se convierta en problema cuando da resultado pa los envidiosos
Que no suenan ni en sus casas y trabajan por el ocio
Soy demasiado ambicioso con la música la pista me la gozo destrozo
Con par de mamis al lado soy tremendo ocioso
En la calle concepto de revolución me convertí en el barón
Tequila con el flow llego sin presion como una hummer
Desplazándose en la pista yo vine dando vueltas mujeres llenas de risa
Los que llevan en volante como siempre son los artistas
Del prieto pendiente y vista.
Oh no!
Oh no!
Otra vez es guerrilla seca
Oh no!
Oh no!
Otra vez vienen a cosarla
Oh no!
Oh no!
Otra vez es guerrilla seca
Oh no!
Oh no!
Otra vez vienen a cosarla.
Así entrompan los negros con el estilache
Elegante como los desfiles de yaniversache
En combo como la tribu de los indios apache
Con hacha hilacha y en el cuello una cola de mapache
Los que congelan siempre hacen un tambalche
Venimos en dos y fuertes como destiles de hache
Poseo tanto la liga que no hay forma que se deshilache
Dame un trago de mi rima pa que te emborrache
Mujeres que se paren los sapos que se agachen
Que llegamos más negros que el propio azabache
Mi ritmo viene endemoniao pa que te lo pache
La mejor combinación en voz con los escrache
Raperos fantasmas cojan sus cachivaches
Antes que llegue y se caen los tache
Donde pasamos las gevas se hacen más señas que un pichel en un cachet
Murmurando que llego lo más caro no es pistache.
Oh no!
Oh no!
Otra vez es guerrilla seca
Oh no!
Oh no!
Otra vez vienen a cosarla
Oh no!
Oh no!
Otra vez es guerrilla seca
Oh no!
Oh no!
Otra vez vienen a cosarla.
Oh Não
Oh não!
Oh não!
Outra vez é guerrilha seca
Oh não!
Oh não!
Outra vez vêm pra acabar com tudo
Oh não!
Oh não!
Outra vez é guerrilha seca
Oh não!
Oh não!
Outra vez vêm pra acabar com tudo.
Se aparecerem, são verdadeiros artistas
Que têm fé e sonham com o que fazem na pista
Preparem os ouvidos que se eu me encher de conquistas, os açoites dos masoquistas
Protagonistas do filme na pista estão me ouvindo
Estavam nos esperando, já era hora
Agora pergunto quem são os malandros
Nós, os colarinhos brancos, metendo o bedelho nas tretas do bairro
Soando real no rádio, quebrando o cenário
Que vive do interesse dos empresários
É que se eu ganhasse 5 milhões por mês, seria muito milionário
Sócio, quem mata o preto, tá claro que isso é um negócio
Embora se torne um problema quando dá resultado pros invejosos
Que não soam nem em casa e trabalham por tédio
Sou muito ambicioso com a música, na pista eu me divirto, destruo
Com um par de minas ao lado, sou um tremendo ocioso
Na rua, conceito de revolução, me tornei o barão
Tequila com o flow, chego sem pressão como uma Hummer
Deslocando na pista, eu vim dando voltas, mulheres cheias de risadas
Os que estão no volante, como sempre, são os artistas
Do preto, de olho e atento.
Oh não!
Oh não!
Outra vez é guerrilha seca
Oh não!
Oh não!
Outra vez vêm pra acabar com tudo
Oh não!
Oh não!
Outra vez é guerrilha seca
Oh não!
Oh não!
Outra vez vêm pra acabar com tudo.
Assim os negros se metem com estilo
Elegantes como os desfiles de aniversário
Em grupo como a tribo dos índios apaches
Com machado, trapo e no pescoço uma cauda de guaxinim
Os que congelam sempre fazem um tambal
Vimos em dois e fortes como destilados de machado
Possuo tanto a liga que não tem como desfiar
Me dá um trago da minha rima pra te embriagar
Mulheres, que se levantem, os sapos que se agachem
Que chegamos mais negros que o próprio ônix
Meu ritmo vem endiabrado pra te deixar doidão
A melhor combinação em voz com os gritos
Rappers fantasmas, peguem seus trastes
Antes que eu chegue e derrube os tachos
Onde passamos, as gevas fazem mais sinais que um pichel em um cachet
Murmurando que cheguei, o mais caro não é pistache.
Oh não!
Oh não!
Outra vez é guerrilha seca
Oh não!
Oh não!
Outra vez vêm pra acabar com tudo
Oh não!
Oh não!
Outra vez é guerrilha seca
Oh não!
Oh não!
Outra vez vêm pra acabar com tudo.