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Canção do Vagabundo

Gustavo Adolfo Renjifo

Canción Del Vagabundo

Voy caminando, caminando
Con mi guitarra sobre el hombro
Bajo el cielo que no se sabe
Si es más alto que redondo

Quiero llegar con mis canciones
Hasta los huesos, hasta el fondo
De mis hermanos que son tierra
Y que mañana serán polvo

Paso de noche por los pueblos
Y me detengo con asombro
A ver casitas que se duermen
Con una estrella sobre el rostro

Más no me pidan que me quede
A vivir en ningún villorrio
Porque mi patria verdadera
Es este mundo y es el otro
Me alejo siempre por la tierra
Y de mis viajes no retorno
Porque me pierdo en los caminos
Que me producen más asombro

Libre me siento, libre soy
Como las nubes, como el cóndor
Y como el viento que despeina
A las palmeras con su soplo
Libre me siento, libre soy
Como las nubes, como el cóndor
Y como el viento que despeina
A las palmeras con su soplo

Canção do Vagabundo

Vou caminhando, caminhando
Com meu violão no ombro
Sob o céu que não se sabe
Se é mais alto que redondo

Quero chegar com minhas canções
Até os ossos, até o fundo
Dos meus irmãos que são terra
E que amanhã serão pó

Passo à noite pelos vilarejos
E me detenho com espanto
Pra ver casinhas que dormem
Com uma estrela sobre o rosto

Mas não me peçam pra ficar
Pra viver em nenhum vilarejo
Porque minha verdadeira pátria
É este mundo e o outro
Me afasto sempre pela terra
E das minhas viagens não volto
Porque me perco nos caminhos
Que me causam mais espanto

Livre me sinto, livre sou
Como as nuvens, como o condor
E como o vento que despenteia
As palmeiras com seu sopro
Livre me sinto, livre sou
Como as nuvens, como o condor
E como o vento que despenteia
As palmeiras com seu sopro