Af Echad (With Mazi Cohen)
Ein li af echad...
Leg'veret Levi shuv hayah mazal
misken Eli ba'alah kol yom chozer
umlal
hayeled shuv kibel shlili
vepartzu lahem le'oto
vehash'chenim hachamsin hagisim
od reg'a yeshag'u oto
ve'ishto leyado mah hi menajeset
bli lach'shov habreh
hafuchah letoch haleset
"nir'ah otach ta'izi leyabev
achsahv ani mevi sakin
sam otach oto balev"
kasheh lo vera lo vezeh ba galim galim
chutz mizeh mimeile
yesh lah chara shel chaim
kol hash'chunah shoma'at
kol hash'chunah yoda'at
aval bim'kom ledaber
mitchapsim kulam lid'la'at.
Ein li af echad...
Shir, lu haya li rak shir,
shir lashir oto baboker
Shir, lu haya li rak shir,
lashir oto ba'erev.
Menashe hamagniv hayah met lezayen
kvar nishbar lo hazayin
tarti mishma milashevet vele'onen
az hu yotze im chaverim la'ir
yesh yam shel kusiot hamagavan nadir
matzik lemeltzarit shesham'a shehi notenet
"kshe'at omere lo lemah at mitkavenet?"
habirah barosh uMenashe merutzah
hopps shole'ach yad yamin al ever hachazeh
betach shehi bashuk aval
mah hi telech lamishtarah?
Shalosh milim yagidu lah sham: "Ha Ha Ha!"
Ein li af echad....
Pa'amon, lu haya li pa'amon,
pa'amon letzaltzel bo baboker
pa'amon, lu haya li pa'amon,
letzaltzel bo ba'erev.
Gam ani tza'akti "nitchanta!" meha'otobus
histakalti al nashim vera'iti rak kous
vezeh haya li magniv aval az hayiti zevel
veyitachen shezeh nir'ah k'mo le'echoz
bishnei tzidei hachevel
aval hagolem kvaer mizman kam al hayotzer
mi shematzik hu soteh
lo shovev lo memazer
mi shemit'alel o makah dachuf lema'asar olam
gam im hu cha"k o shadran o kaduraglan.
Ein li af echad...
Patish, lu haya li patish,
patish lahalom bo im erev
pa'amon, lu haya li pa'amon,
pa'amon letzaltzel bo
shir lu hayah li rak shir,
shir lashir oto baboker.
Patish, pa'amon veshir,
patish, pa'amon veshir,
holem metzaltzel chorez umazkir.
Zeh hazman leharim tze'akah la'avir
ein alimut she'ein lah mechir
Sem Ninguém (Com Mazi Cohen)
Não tenho ninguém...
A sorte de Levi já foi embora
E Eli, o dono, volta todo dia
E fala
O menino já recebeu o sinal
E eles se separaram
E os vizinhos, os chatos, os insuportáveis
Ainda por um momento vão incomodar
E a esposa dele, o que ela faz?
Sem pensar na briga
Virou tudo de cabeça pra baixo
"Parece que você vai me deixar
Agora eu trago a faca
Coloco você no coração"
É difícil pra ele, não é fácil, não é só isso
Além disso, de qualquer forma
Ela tem uma raiva da vida
Toda a vizinhança escuta
Toda a vizinhança sabe
Mas em vez de falar
Todos se escondem pra não se mostrar.
Não tenho ninguém...
Uma canção, se eu tivesse só uma canção,
Uma canção pra cantar de manhã
Uma canção, se eu tivesse só uma canção,
Pra cantar à noite.
Menashe, o ladrão, estava prestes a se dar bem
Já quebrou a cara
Tentei me acalmar e não reclamar
Então ele sai com os amigos pra cidade
Tem um mar de problemas que não tem fim
Ele se vira pra não se afundar
"Quando você diz que não, o que você quer dizer?"
A briga na cabeça e Menashe tá correndo
Pula e estica a mão direita sobre a mesa
Com certeza ela tá na rua, mas
Pra onde ela vai se esconder?
Três palavras vão dizer a ela lá: "Ha Ha Ha!"
Não tenho ninguém....
Um sino, se eu tivesse um sino,
Um sino pra tocar de manhã
Um sino, se eu tivesse um sino,
Pra tocar à noite.
Eu também gritei "me deixem!" do ônibus
Olhei pras mulheres e só vi lixo
E isso era um ladrão, mas então eu era um lixo
E pode ser que isso pareça como se eu estivesse
Em dois lados da corda
Mas o gigante já faz tempo que tá no molde
Quem se vira, se perde
Não se importa, não se atrapalha
Quem se lamenta ou bate forte pra não ser preso
Mesmo que ele seja um "chato" ou um "desgraçado" ou um "baderneiro".
Não tenho ninguém...
Um martelo, se eu tivesse um martelo,
Um martelo pra sonhar com ele à noite
Um sino, se eu tivesse um sino,
Um sino pra tocar
Uma canção, se eu tivesse só uma canção,
Uma canção pra cantar de manhã.
Martelo, sino e canção,
Martelo, sino e canção,
Sonho balança e lembra.
Esse é o momento de gritar e deixar passar
Não há imundície que não tenha preço.