The Tale Of A Nocturnal Empress
The wolves howled at the moon
That chilly autumn night
And cold winds whispered through
The scattered leaves
When the first light from
A late, yet crimson dawn,
Shined through the morning mist...
She was dead... and so reborn.
Caught in a web of silver beams
Thrown from an ocean of stars
A sea that from now, always
Shall haunt her existence
She exists only in darkness
She feeds from the vain of
An innocent child
Yet she is strong
Unbound by the chains of
Mortality
Sometimes under
The ocean of stars
She gazes at the black horizon
Wistful thoughts of death
She wish for sleep
She has no quest
Just an eternal lust for blood
Always walk alone - eternally!
She is the eye of the raven
She is the ear of the wolf
She is mockery it self
Of the holy trinity
She is the pleasure concived
From your pain
The empress of nocturnals
Thou shalt fear
And thou shalt serve
And thou shalt... die
In her embracing kiss of death
A História de uma Imperatriz Noturna
Os lobos uivavam para a lua
Naquela noite fria de outono
E ventos gelados sussurravam por entre
As folhas espalhadas
Quando a primeira luz de uma
Aurora tardia, porém carmesim,
Brilhou através da névoa matinal...
Ela estava morta... e assim renasceu.
Pegos em uma teia de raios prateados
Lançados de um oceano de estrelas
Um mar que a partir de agora, sempre
Assombrará sua existência
Ela existe apenas na escuridão
Ela se alimenta da vaidade de
Uma criança inocente
Ainda assim, ela é forte
Desprendida das correntes da
Mortalidade
Às vezes sob
O oceano de estrelas
Ela contempla o horizonte negro
Pensamentos nostálgicos de morte
Ela deseja o sono
Ela não tem uma missão
Apenas um desejo eterno por sangue
Sempre caminha sozinha - eternamente!
Ela é o olho do corvo
Ela é o ouvido do lobo
Ela é a própria zombaria
Da santa trindade
Ela é o prazer concebido
A partir da sua dor
A imperatriz dos noturnos
Tu deves temer
E tu deves servir
E tu deves... morrer
Em seu beijo abraçador da morte