Verónica (Estación VI)
No hay en Él parecer
No hay en Él hermosura
No hay belleza alguna capaz de atraer
Nuestra mirada
No hay un rostro que agrade
Desfigurada la cara
Conocedor de quebrantos, menospreciado, estimado en nada
Este es el Hijo de Dios
Que carga con nuestras culpas
Misericordia encarnada
Limpia mi pobre interior
Yo solo quiero vivirte
Amar y dejarme amar
Que enjugue cada gota de sangre
Que acaricia tu frente
Ínfima y pequeña, entrega consumada
Amor de sangre, mi amante
Transfórmame en tu paño
Tatúame tu rostro empápalo sin miedo
Ahógalo en tu sangre
Y que sea yo tu paño, es mi íntimo deseo
Tengo sed de cada gota
Que sea esa gota
Que en su pequeñez
Siendo tan sencilla refleja lo bello del universo
Que limpies mi yo, y no dejes nada
Yo te lo suplico, tatúa tu rostro
En mi alma
Este es el Hijo de Dios
Que carga con nuestras culpas
Misericordia encarnada
Limpia mi pobre interior
Yo solo quiero vivirte
Amar y dejarme amar
Que enjugue cada gota de sangre
Que acaricia tu frente
Ínfima y pequeña, entrega consumada
Amor de sangre, mi amante
Transfórmame en tu paño, tatúame tu rostro
Empápalo sin miedo, ahógalo en tu sangre
Que sea yo tu paño, es mi íntimo deseo
Tengo sed de cada gota
Verônica (Estação VI)
Não há nele aparência
Não há nele beleza
Não há nada bonito capaz de atrair
Nosso olhar
Não há um rosto que agrade
Desfigurada a cara
Conhecedor de sofrimentos, desprezado, considerado um nada
Este é o Filho de Deus
Que carrega nossas culpas
Misericórdia encarnada
Limpa meu pobre interior
Eu só quero te viver
Amar e deixar-me amar
Que enxugue cada gota de sangue
Que acaricia tua testa
Ínfima e pequena, entrega consumada
Amor de sangue, meu amante
Transforma-me em teu pano
Tatua teu rosto em mim, molha sem medo
Afoga-o em teu sangue
E que eu seja teu pano, é meu desejo íntimo
Tenho sede de cada gota
Que seja essa gota
Que em sua pequenez
Sendo tão simples reflete a beleza do universo
Que limpes meu eu, e não deixes nada
Eu te suplico, tatua teu rosto
Na minha alma
Este é o Filho de Deus
Que carrega nossas culpas
Misericórdia encarnada
Limpa meu pobre interior
Eu só quero te viver
Amar e deixar-me amar
Que enxugue cada gota de sangue
Que acaricia tua testa
Ínfima e pequena, entrega consumada
Amor de sangue, meu amante
Transforma-me em teu pano, tatua teu rosto
Molha sem medo, afoga-o em teu sangue
Que eu seja teu pano, é meu desejo íntimo
Tenho sede de cada gota