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Animal

Hammer Bros.

Animal

i am a liar, just like god
burn me slow…
rip the flesh from my bones
i am a liar, just like god
burn me slow…
end of days, last chance to die
i've sold my mind for the freedom to speak
in a world of faith, my birth was a sin
at best while you rest, i never see the sun
walk with the dead, dying for fun
i don't sleep for the fuck of it
spend my days, ear's pressed against the wall
i listen as you die, laughing as the sun burns your insides
the first step we take to lose our fucking minds is forget where you left it
its ugly hands and ugly words that keep this gutter heart cement
i don't sleep for the fuck of it
i've spent my years back against the wall
bleeding myself dry, i don't give a fuck if i die
and i've picked apart the insides of your pretty face, again…
we built the walls, hammer and nails
tear it down, another broken home
chasing nights and the way things were
every face, worth a million bucks
thing's will never be the same again
we're out of touch but we still talk shit
save your voice, dig a hole in your chest
we're not like you, i blasphemer
and every night we're just rotting away…
we're taking sides, still killing time
smash the world, we're never neutral
i'm still fucking edge, i've still got my friends
and something to say, we still talk shit.

Animal

eu sou um mentiroso, assim como Deus
queime-me devagar…
arranque a carne dos meus ossos
eu sou um mentiroso, assim como Deus
queime-me devagar…
fim dos dias, última chance de morrer
eu vendi minha mente pela liberdade de falar
num mundo de fé, meu nascimento foi um pecado
no melhor dos casos, enquanto você descansa, eu nunca vejo o sol
caminho com os mortos, morrendo por diversão
eu não durmo só por dormir
gasto meus dias, ouvido colado na parede
eu ouço você morrer, rindo enquanto o sol queima suas entranhas
a primeira etapa que damos para perder a porra da cabeça é esquecer onde você deixou
essas mãos feias e palavras feias que mantêm esse coração de esgoto cimentado
eu não durmo só por dormir
eu passei meus anos de costas para a parede
sangrando até secar, não dou a mínima se eu morrer
e eu desmontei o interior do seu rosto bonito, de novo…
construímos as paredes, martelo e pregos
derrube tudo, mais um lar quebrado
perseguindo noites e como as coisas eram
cada rosto, valendo milhões
a coisa nunca será a mesma de novo
estamos desconectados, mas ainda falamos merda
guarde sua voz, cave um buraco no seu peito
não somos como você, eu, blasfemo
e toda noite estamos apenas apodrecendo…
estamos tomando lados, ainda matando tempo
esmagando o mundo, nunca somos neutros
eu ainda estou na porra da borda, ainda tenho meus amigos
e algo a dizer, ainda falamos merda.

Composição: