In The Air
I am afraid of bridges.
Sometimes I have to turn around when I'm driving towards one and my heart begins to pound. Last night at the bridge to Johnsburg I swerved down a dead end street. I sat there shaking in an empty lot full of broken glass and weeds. Then past me in the darkness ran four wild dogs leaping over abandoned tires high into the air. In the air, in the air, someday I will live in the air. Once I loved a girl named Joan whose skin smelled just like falling snow. One day she drove us off the road into a dead field of corn. She laughed and hit the gas as we bounced across the rows, but I held onto the dashboard with my eyes tightly closed. Those wild dogs brought back that smell of falling snow and the girl who lives in Johnsburg across a bridge I can not cross.
No Ar
Eu tenho medo de pontes.
Às vezes eu tenho que dar a volta quando estou dirigindo em direção a uma e meu coração começa a acelerar. Na noite passada, na ponte para Johnsburg, eu desviei para uma rua sem saída. Eu fiquei lá tremendo em um terreno vazio cheio de vidro quebrado e mato. Então, na escuridão, quatro cães selvagens passaram correndo, pulando sobre pneus abandonados, altos no ar. No ar, no ar, um dia eu vou viver no ar. Uma vez eu amei uma garota chamada Joan, cuja pele cheirava como a neve que cai. Um dia, ela nos tirou da estrada para um campo de milho abandonado. Ela riu e pisou no acelerador enquanto pulávamos entre as fileiras, mas eu segurei o painel com os olhos bem fechados. Aqueles cães selvagens trouxeram de volta aquele cheiro de neve caindo e a garota que vive em Johnsburg, do outro lado de uma ponte que eu não consigo atravessar.