Beyond The Sunset
Should you go first and i remain, to walk the road alone
Ill live in memory's garden dear, with happy days we've known In spring i'll wait for roses red, when faith the lilacs bloom And in early fall when brown leaves fall,
I'll catch a glimpse of you
Should you go first and i remain, for battles to be fought
Each thing you've touched along the way, will be a hallowed spot I'll hear your voice ill see your smile
Though blindly i may grope
The memory of your helping hand, will buoy me on with hope
beyond the sunset oh blissful morning
When with our saviour, heaven is begun
Earths toiling ended, oh glorious dawning
Beyond the sunset when day is done
Should you go first and i remain, to finish with the scroll
No lessening shadows shall ever creep in
To make this life seem droll
We've known so much of happiness, we've had our cup of joy
And memory is one gift of god, that death cannot destroy
I want to know each step you take, that i may walk the same
For someday down that lonely road, you'll hear me call your name
Should you go first and i remain, one thing ill have you do
Walk slowly down that long long path, for soon ill follow you in that fair homeland we'll know no parting
Beyond the sunset for ever more
Além do Pôr do Sol
Se você for primeiro e eu ficar, pra andar sozinho na estrada
Vou viver no jardim das memórias, querido, com os dias felizes que conhecemos
Na primavera, vou esperar pelas rosas vermelhas, quando a fé faz as lilases florescerem
E no início do outono, quando as folhas marrons caírem,
Vou ter um vislumbre de você
Se você for primeiro e eu ficar, para batalhas a serem lutadas
Cada coisa que você tocou ao longo do caminho, será um lugar sagrado
Vou ouvir sua voz, vou ver seu sorriso
Embora eu possa tatear às cegas
A memória da sua mão ajudadora, me sustentará com esperança
Além do pôr do sol, oh manhã abençoada
Quando com nosso salvador, o céu começa
O trabalho na terra acaba, oh glorioso amanhecer
Além do pôr do sol, quando o dia termina
Se você for primeiro e eu ficar, para terminar com o pergaminho
Nenhuma sombra que diminua jamais se arrastará
Para fazer esta vida parecer sem graça
Conhecemos tanta felicidade, tivemos nosso copo de alegria
E a memória é um presente de Deus, que a morte não pode destruir
Quero saber a cada passo que você dá, para que eu possa andar o mesmo caminho
Pois um dia, naquela estrada solitária, você ouvirá eu chamar seu nome
Se você for primeiro e eu ficar, uma coisa eu quero que você faça
Caminhe devagar por aquele longo caminho, pois logo eu vou te seguir
Naquela terra justa, não conheceremos a separação
Além do pôr do sol, para sempre mais.