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Milagre Negro

Headhunter D.C.

Black Miracle

If life is a miracle of light, then death is a miracle of darkness. Let's contemplate death. Only death is real...

Nocturnal splendour, enemy of light
Majestic darkness, harvester of life
Eclipse of my sun, curser of the day
Destroyer of all hope, useless to pray

Eternities reduced to dust
Dreams painted in black
Abominations overflow
As life disappears, end's complete

Almighty shadow that covers all mankind
Sublime coldness, emptiness divine
There's no return, no turning back
Where once reigned the light now everything is black!

"Light that becomes ill and dies away,
Clouds' and pitch's vortex,
Under the dark cloak of marvelous desolation,
Shattering bodies and extinguishing souls..."

Chorus:
It's a Black Miracle!
When darkness kills the light...
It's a Black Miracle!
...And death cuts the thread of life

"Devourer of all that is living,
Imminent collapse, bringer of the eternal dark,
Colors fade away, blackness supreme,
Dreams of brightness are gone..."

Repeat Chorus

Milagre Negro

Se a vida é um milagre de luz, então a morte é um milagre de escuridão. Vamos contemplar a morte. Só a morte é real...

Esplendor noturno, inimigo da luz
Majestosa escuridão, colhedora da vida
Eclipse do meu sol, amaldiçoador do dia
Destruidor de toda esperança, inútil rezar

Eternidades reduzidas a pó
Sonhos pintados de preto
Abominações transbordam
Enquanto a vida desaparece, o fim é completo

Sombra onipotente que cobre toda a humanidade
Frieza sublime, vazio divino
Não há retorno, não tem como voltar
Onde antes reinava a luz, agora tudo é negro!

"Luz que adoece e se apaga,
Vórtice de nuvens e breu,
Sob o manto escuro da maravilhosa desolação,
Destruindo corpos e extinguindo almas..."

Refrão:
É um Milagre Negro!
Quando a escuridão mata a luz...
É um Milagre Negro!
...E a morte corta o fio da vida

"Devorador de tudo que é vivo,
Colapso iminente, trazedor da escuridão eterna,
As cores se apagam, a escuridão suprema,
Sonhos de brilho se foram..."

Repete o Refrão

Composição: Paulo Lisboa / Sérgio Baloff Borges