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Aurora Antiga Sem Túmulo

Hecate Enthroned

Ancient Graveless Dawn

To a place of ancient splendour
I returned to moments night
To catch the lightning in your eye
And tame it with a lullaby
Darkness falls upon thy face
All figments of the human race
It is as if I've always known
For none but them the overthrown

Deep in the shadows the prism is thine
And death lying waiting within horned god sign
The graves lying silently seeping their worth
As creatures, as warriors once roaming the earth

Destiny of ancient sorrows
Falls through shattered dreams
That pierces like a lightning bolt
Re-kindling thy darkest scream

Ancient, of dawn
For none so art like him, as I am darkness spawned
Releasing shadows as we fall, I am your empath
Slowly growing pale, capturing the dusk in sin
Darkness, breathes superior, swallowing the moonlight sky
As fate within thy destiny that came to life in one black night

Faith in all the keepers of our legend

Death intertwined and embracing all time
All figments eluded that practically shine
Have faith in your warriors, weak as their worth
And slain in amusing satanical curse

And upon my word we shall unite
Heeding eternal blackness
For none so like him as us
As deepest storms roll
And falling rain on to thy face
Remember me as king upon the throne of pain

And midnight of hunger ripping forth with hate
As vengeance chimes thy fate
Upon an altar, a song played upon the wind
As covens, indulged in sin

Aurora Antiga Sem Túmulo

Para um lugar de esplendor antigo
Eu voltei a momentos da noite
Para capturar o relâmpago no seu olhar
E domá-lo com uma canção de ninar
A escuridão cai sobre teu rosto
Todos os fragmentos da raça humana
É como se eu sempre soubesse
Pois nenhum deles é o derrubado

Profundamente nas sombras o prisma é teu
E a morte esperando dentro do sinal do deus cornudo
As sepulturas deitadas silenciosamente drenando seu valor
Como criaturas, como guerreiros que um dia vagavam pela terra

Destino de antigas tristezas
Cai através de sonhos despedaçados
Que perfuram como um raio
Reacendendo teu grito mais sombrio

Antiga, da aurora
Pois nenhum é tão arte como ele, como eu sou a escuridão gerada
Liberando sombras enquanto caímos, eu sou teu empata
Crescendo lentamente pálido, capturando o crepúsculo no pecado
A escuridão respira superior, engolindo o céu da luz da lua
Como o destino dentro do teu destino que ganhou vida em uma noite negra

Fé em todos os guardiões da nossa lenda

A morte entrelaçada e abraçando todo o tempo
Todos os fragmentos escaparam que praticamente brilham
Tenha fé em seus guerreiros, fracos como seu valor
E mortos em uma divertida maldição satânica

E sobre minha palavra nos uniremos
Atendendo à eterna escuridão
Pois nenhum é como ele como nós
Enquanto as tempestades mais profundas rugem
E a chuva caindo sobre teu rosto
Lembre-se de mim como rei sobre o trono da dor

E a meia-noite da fome rasgando com ódio
Enquanto a vingança toca teu destino
Sobre um altar, uma canção tocada ao vento
Enquanto os covens se entregam ao pecado

Composição: